A Cia de Teatro Soluar é um grupo criado há 11 anos em João Pessoa, composto por 4 jovens artistas (Aluísio Sousa, Estéfane Dantas, Miguel Reberth e Jamil Richene), onde vem desenvolvendo ao longo destes anos um trabalho de teatro voltando para a conscientização, formação e humanização da juventude através das suas atividades culturais. Este ano o grupo dará continuidade aos seus trabalhos com a realização da 6ª edição do Festival de Teatro de Mangabeira, que acontecerá entre os dias 12 a 17 de novembro de 2018 no Teatro Lima Penante, uma programação repleta de teatro, oficinas e debates.

O Festival de Teatro de Mangabeira, é uma realizar independente da Cia de Teatro Soluar, que objetiva revelar jovens talentos da produção de teatro da cidade de João Pessoa, proporcionando fomento para a juventude ter acesso a produção as artes cênicas, além de realizar o intercâmbio e a integração que promova a troca de experiência entre os grupos participantes, companhias e os demais artistas do país.

Nesta edição serão mais de 10 grupos apresentando seus trabalhos dentro da programação do Festival de Teatro de Mangabeira, Além de espetáculo de grupos Paraibanos, teremos espetáculos dos estado de Rio Grande do Norte e São Paulo, a realização do festival é totalmente independente, sem nenhum apoio ou financiamento dos poderes públicos, e a entrada é gratuita.

A fim de incentivar hábitos saudáveis, a prática de atividades esportivas e desenvolver ações preventivas e de promoção à saúde, a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio das secretarias de Saúde (SMS) e de Juventude, Esporte e Recreação (Sejer), disponibiliza o projeto João Pessoa Vida Saudável (JPVS).

A população tem acesso à prática de atividades físicas supervisionadas pelo profissional de educação física, além de palestras educativas, rodas de diálogos e ações preventivas, que buscam não apenas desenvolver o aspecto físico, mas também o social, afetivo e cognitivo do ser humano.

“A atividade física proporciona inúmeros benefícios para quem a pratica, como um melhor funcionamento de órgãos, principalmente o coração, diminuição da ansiedade, melhora do humor, entre outros. Para quem quer melhorar a saúde, sair do sedentarismo e mudar de vida, a opção é a prática da atividade física regular” destaca a coordenadora do projeto JPVS e educadora física, Ellen Correia.

Atualmente, mais de cinco mil pessoas participam do projeto, que está espalhado em 23 praças e em espaços públicos, como Unidades de Saúde da Família (USF), escolas e centros de treinamento, totalizando 38 polos do projeto em toda a capital pessoense.

A equipe do Projeto João Pessoa Vida Saudável é composta por 38 educadores físicos, distribuídos por todos os polos do projeto. O JPVS é aberto ao público e podem participar pessoas de todas as faixas etárias. Os interessados devem comparecer aos polos que oferecem as aulas e procurar o orientador.

De acordo com a coordenadora do João Pessoa Vida Saudável, o principal objetivo do projeto é sensibilizar a população para a importância da prática de atividade física e os benefícios decorrentes, como a construção de hábitos saudáveis, a redução do índice de sedentarismo e, com isso, a diminuição da obesidade, diabetes e incidência de doenças cardiovasculares, com um melhor controle da pressão arterial.

“O projeto também estimula e valoriza o exercício da cidadania, atuando como um meio de convívio social que melhora a autoestima, a imagem corporal e instiga a integração social combatendo a depressão”, conclui a educadora física.

As atividades do JPVS acontecem de segunda à sexta-feira, das 5h30 às 7h30 e das 16h30 às 19h30, nas principais praças e avenidas de João Pessoa.

Academias da Saúde – Complementando as atividades do projeto João Pessoa Vida Saudável, a SMS também disponibiliza à população as Academias da Saúde, que em sua estrutura contam com espaços multiuso, de vivência e de equipamentos fixos, como barra horizontal, barra paralela, prancha abdominal, barra marinheiro, espaldar e a barra horizontal de apoio. O espaço ainda tem quadra de areia e gramado para realização de atividades externas.

Localizadas nos bairros do Geisel, Colinas do Sul e Ernani Sátiro, as Academias da Saúde contam com educadores físicos do JPVS e outros profissionais de educação física, além de psicólogos, nutricionistas e fisioterapeutas.

 

As Academias funcionam de segunda à sexta-feira, das 7h às 11h e das 12h às 16h, sendo abertas ao público, ou seja, qualquer pessoa pode participar dos serviços ofertados, bastando comparecer à Academia portando o Cartão SUS e a liberação do médico, caso tenha alguma lesão.

Confira os locais onde participar do João Pessoa Vida Saudável:

Projeto João Pessoa Vida Saudável

Secom-JP

O Twitter e o Facebook informaram nesta segunda-feira (12) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que a campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro não pagou para as duas empresas disseminarem conteúdo na internet.

As manifestações das duas redes sociais foram enviadas após o ministro Luís Roberto Barroso, relator da prestação de contas de Bolsonaro, determinar que as empresas informem se a campanha pagou pelo impulsionamento de conteúdo.

Além de Twitter e Facebook, o Google, o Instagram e o WhatsApptambém deverão prestar informações.

Esta foi a primeira eleição com permissão para impulsionamento de conteúdo para fins eleitorais. Como regra, contudo, precisava ser identificado de forma inequívoca e contratado exclusivamente por partidos políticos, coligações, candidatos ou representantes.

“O Twitter Brasil averiguou internamente e foi constatado que as contas verificadas do candidato Jair Messias Bolsonaro e do partido político Partido Social Liberal (PSL) – @jairbolsonaro e @psl_nacional, respectivamente – não contrataram impulsionamento de qualquer conteúdo, seja este eleitoral ou não”, informou a empresa.

Com relação a contas não oficiais, o Twitter afirmou: “Para que seja possível o fornecimento de qualquer informação referente a conteúdo orgânico ou patrocinado na plataforma Twitter, faz-se imprescindível que os tweets sejam devidamente especificados por meio de suas respectivas URLs, que permitam a localização inequívoca do conteúdo.”

Já o Facebook informou que a página e as conta oficiais do candidato eleito divulgadas pelo próprio TSE “não contrataram impulsionamento de conteúdos no período entre 16 de agosto de 2018 e 28 de outubro de 2018″.

O Facebook afirma ainda que, se a Justiça Eleitoral entender pelo fornecimento de informações envolvendo outras páginas e contas além daquelas registradas junto ao TSE, poderá contatar os operadores dos sites Facebook e Instagram para viabilizar o fornecimento dos dados disponíveis em seus servidores, mediante a indicação das URLs correspondentes, nos moldes da legislação vigente”.

Empresas pagaram WhatsApp, diz jornal
No mês passado, o jornal “Folha de S.Paulo” relatou casos de empresas apoiadoras de Bolsonaro que supostamente compraram pacotes de disparo de mensagens contra o PT por meio do WhatsApp.

A prática, em tese, pode ser ilegal, caso seja considerada pela Justiça doação de campanha feita por empresas. Desde 2015, empresas estão proibidas de fazer doação eleitoral.

Ainda segundo o jornal, as empresas apoiadoras de Bolsonaro compram um serviço chamado “disparo em massa” usando a base de usuários do candidato do PSL ou bases vendidas por agências de estratégia digital.

O uso de bases de terceiros pode ser considerado ilegal, já que a lei permite apenas o uso de listas de apoiadores do próprio candidato (nos casos de números cedidos de forma voluntária).

Diante do que informou a “Folha”, o PT pediu ao TSE para declarar Bolsonaro inelegível por oito anos por abuso de poder econômico. O tribunal deu prosseguimento à ação.

Prestação de contas
A prestação final de contas de campanha de Jair Bolsonaro foi apresentada à Justiça Eleitoral na semana passada.

De acordo com o extrato entregue ao tribunal, o presidente eleito gastou R$ 2,8 milhões durante a campanha eleitoral. No total, a campanha arrecadou R$ 4,3 milhões.

Os documentos são encaminhados para a Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias (Asepa) para uma análise preliminar e emissão de parecer técnico. Depois, são julgadas pelo plenário do tribunal, em data ainda não definida.
G1

Nesta segunda-feira, 12 de novembro, é o Dia Mundial contra a Pneumonia. Na Paraíba, de acordo com a Secretaria de Saúde do estado, o número de óbitos em decorrência da doença somou mais de 1,6 mil em 2017. Este ano, foram registradas mais de 1,2 mil mortes. Ao Portal Correio, a pneumologista Maria Alenita de Oliveira explicou o que é e quais os sintomas da doença.

Atualmente, a cobertura vacinal para a prevenção da pneumonia está abaixo do recomendado no país, apesar da vacina ser gratuita nos postos de saúde para crianças menores de cinco anos.

Dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), atualizado em agosto de 2018, apontam que a cobertura vacinal do esquema primário chegou a 86% em 2017 e da vacinação de reforço, a apenas 74%. Comparando com 2016, houve uma queda de 10 pontos percentuais no país, quando a cobertura era de 95% para a primeira dose e 84,10% para o reforço.

Em 2016, a pneumonia foi a maior causa de mortalidade infantil por doenças infecciosas no mundo. Essa informação foi observada ao analisar crianças menores de 5 anos.

Pneumonia – O que é?
“A pneumonia é considerada uma doença inflamatória aguda, de causa infecciosa, que acomete os espaços aéreos do pulmão. Ela pode ser causada por fungos, vírus e bactérias. Classificamos a doença em adquirida pela comunidade ou no hospital. A forma mais eficiente de prevenção contra a doença é a vacinação”, explicou a médica.

Sintomas
“Em geral, a pneumonia se caracteriza por tosse, calafrios, falta de ar, dor torácica, temperatura superior a 37.8 (febre) e secreção”, explicou Alenita, que orientou

portalcorreio

O São Paulo anunciou na noite deste domingo (11) que o treinador Diego Aguirre não comanda mais o time no Campeonato Brasileiro. André Jardine, da comissão técnica permanente do clube, vai ocupar o lugar deixado pelo uruguaio nas cinco rodadas que faltam da competição nacional.

Depois do empate contra o Corinthians por 1 a 1, no último sábado (10), a diretoria do Tricolor e o técnico tiveram uma reunião e decidiram pela troca no comando do São Paulo.

Queda
O Tricolor chegou a ficar na liderança do Campeonato Brasileiro e foi campeão do primeiro turno. Mas na segunda metade da competição, com a perda de jogadores importantes como Everton, o time caiu muito de rendimento. O São Paulo acaba a 33ª rodada da competição na quinta colocação, atrás de Palmeiras, Internacional, Flamengo e Grêmio.

Histórico
Diego Aguirre assumiu o São Paulo na saída de Dorival Junior, no dia 11 de março. O treinador trabalhou no Tricolor por 43 jogos, 19 vitórias, 15 empates e nove derrotas.

Próximo compromisso
Na próxima quinta-feira (15), o São Paulo recebe o Grêmio, no Morumbi. O jogo é um confronto direto por uma vaga na fase de grupos da Libertadores 2019, já que os dois times têm os mesmos 58 pontos.

*R7 Esportes

Futuro ministro da Justiça e da Segurança Pública, o juiz federal Sérgio Moro afirmou em entrevista exclusiva ao Fantástico neste domingo (11) que, na avaliação dele, caso algum integrantes do primeiro escalão da gestão Jair Bolsonaro for acusado de se envolver em caso corrupção, deve ser afastado “se a denúncia for consistente”.

Veja acima o vídeo e leia aqui a transcrição completa da entrevista.

Veja os principais pontos do que Moro disse na entrevista e leia a seguir sobre cada um dos tópicos abaixo:

Disse que ministros que venham a ser alvos de denúncias ‘consistentes’ de corrupção devem ser afastados
Contou que aceitou o convite de Bolsonaro por ter a chance de implementar ‘agenda anticorrupção’
Rebateu críticas de que sua entrada no ministério pode comprometer a separação entre os três poderes
Disse que há uma ‘fantasia’ de que Lula foi ‘excluído arbitrariamente’ das eleições, e que ele ‘está preso pois cometeu crime’
Afirmou acreditar que o país vive ‘sentimento forte’ contra sistema político que não agiu contra corrupção
Defendeu que as regras atuais sobre armamento no Brasil ‘são muito restritivas para posse de arma em casa’
Disse que o combate ao crime deve se basear em investigações sólidas, isolamento de líderes e confisco de frutos dos crimes
Este combate ao crime deve ‘evitar confrontos armados’, defendeu Moro
Disse considerar razoável a afirmação de que uma pessoa de 16 a 18 anos já tem compreensão de que é errado matar
Afirmou que minorias não vão perder direitos e que governo será rigoroso contra crimes de ódio
Disse que não vai disputar a corrida pelo Palácio do Planalto em 2022
Falou que uma eventual indicação dele ao STF só pode ser possibilidade ‘quando surgir vaga’
Ministro alvo de denúncia ‘consistente’ deve ser afastado
Responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância do Paraná até o início deste mês, o magistrado defende que, na hipótese de ministro acusado de corrupção, devem ser analisadas as eventuais provas e feito um “juízo de consistência” da denúncia.

“Se a denúncia for consistente, sim [o ministro envolvido em alguma denúncia de corrupção deve ser afastado]. […] Eu defendo que, em caso de corrupção, se analise as provas e se faça um juízo de consistência, porque também existem acusações infundadas, pessoas têm direito de defesa. Mas é possível analisar desde logo a robustez das provas e emitir um juízo de valor. Não é preciso esperar as Cortes de justiça proferirem o julgamento”, defendeu o juiz da Lava Jato.
Questionado sobre se ele, como ministro da Justiça, iria analisar e fazer esse juízo de valor para aconselhar o presidente a demitir o ministro em questão, ele admitiu que, “provavelmente”, se envolveria no processo.

“Ou algum outro conselheiro. O que me foi assegurado, e é uma condição, não é bem uma condição, não fui estabelecer condições. Mas eu não assumiria um papel de ministro da Justiça com risco de comprometer a minha biografia, o meu histórico”, complementou.

De acordo com o futuro ministro, ele discutiu com Bolsonaro e obteve a garantia do presidente eleito de que “ninguém seria protegido se surgissem casos de corrupção dentro do governo”.

Aceitou convite para implementar ‘agenda anticorrupção’
Em meio à entrevista, a jornalista Poliana Abritta, indagou ao magistrado o que foi decisivo para ele aceitar o convite do presidente eleito para comandar o MInistério da Justiça a partir do ano que vem. Para ingressar no primeiro escalão, Moro vai ter que abrir mão de uma carreira de 22 anos na magistratura.

“O grande motivador dessa aceitação do convite foi a oportunidade de ir a Brasília numa posição de poder elevada de ministro da Justiça e poder implementar com essa posição uma agenda anticorrupção e uma agenda anticrime organizado que não se encontram ao alcance de um juiz de Curitiba, mas podem estar no alcance de um ministro em Brasília”, contou Moro.

O futuro ministro disse que conversou com dois amigos, com pessoas experientes e também com a família dele antes de aceitar o convite de Bolsonaro. Segundo ele, os conselhos foram “diferenciados”. “Alguns me recomendaram que não, outros me recomendaram que sim”, disse o juiz.
Rebateu críticas à decisão de aceitar ministério e afirmou que ‘Lula está preso pois cometeu crime’
O Fantástico questionou a Moro qual era a opinião dele em relação à crítica do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto – que se aposentou da Corte em 2012 – em relação ao fato de o juiz paranaense ter aceitado o convite para integrar o novo governo. Na avaliação do ministro aposentado, a transferência do magistrado para o primeiro escalão “comprometeria a separação e independência dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário”.

“Tenho grande respeito pelo ex-ministro Ayres Britto. Eu acho que a avaliação dele, nesse caso, está equivocada. Existe essa fantasia de que o ex-presidente [Lula], que foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, teria sido excluído arbitrariamente das eleições por conta do processo criminal. Mas o fato que ele tá condenado e preso porque cometeu um crime”, respondeu o magistrado.

A reportagem lembrou ao juiz federal que a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva protocolou um novo pedido de habeas corpus pela liberdade do petista e pela anulação da ação penal do tríplex do Guarujá e indagou se ele temeu colocar em risco todo o trabalho feito até agora ao aceitar o convite para o ministério. O principal argumento dos advogados de Lula, ressaltou o Fantástico, é de que houve “irremediável perda da imparcialidade”.

“Não, veja, essa questão pertence hoje às cortes de Justiça, não mais a mim. Eu proferi a decisão em relação ao ex-presidente Lula em meados de 2017. Então, assim, eu nem conhecia o presidente eleito Jair Bolsonaro”, enfatizou.

Sentimento anticorrupção no Brasil
O Fantástico questionou Moro se ele considera que o momento que o país vive hoje politicamente é resultado dos resultados dos quatro anos de atuação da Operação Lava Jato.

Ao responder, ele admitiu que, em parte, nas eleições deste ano, “havia um sentimento muito forte contra um sistema político que, apesar de todas essas revelações de casos de grande corrupção, praticamente nada fez”.

O futuro ministro da Justiça disse que, na visão dele, talvez Bolsonaro foi quem melhor foi identificado pela população como alguém que modificaria o status quo.

“Qualquer outro candidato que fosse identificado com essa causa anticorrupção teria boas chances. Sem prejuízo das outras bandeiras do candidato”, opinou Moro.

Regras atuais ‘são muito restritivas para posse de arma em casa’
Ao ser indagado sobre a promessa de campanha de Bolsonaro de flexibilizar a posse e o porte de armas, Sérgio Moro disse que, na opinião dele, regras atuais “são muito restritivas para a posse de arma em casa”.

“Posse” é a pessoa ter uma arma dentro de casa. Não ela sair por aí passeando com a arma. Aí é “porte”, é diferente.”

O futuro ministro afirmou que, em razão de Bolsonaro ter sido eleito com base nessa bandeira, “existe um compromisso” com os eleitores para flexibilizar a posse de armas.

Moro disse que, apesar de ter arma e ter direito a portá-la na rua, “normalmente”, não anda armado.

Combate ao crime deve se basear em investigações sólidas e evitar confrontos armados
De acordo com Sérgio Moro, o Estado brasileiro tem que ter uma política mais rigorosa em relação às organizações criminosas. Ele defende três padrões de combate ao crime organizado:

Investigações sólidas, direcionada à organização e seus líderes
Prisão e isolamento dos líderes
Confisco do produto da atividade criminal e do patrimônio da organização
“É assim que se desmantela organização criminosa. O criminoso vai pra cadeia, o policial vai pra casa. O confronto tem que ser evitado ao máximo”, ponderou.
Ele também defendeu que seja evitado ao máximo a situação de confronto armado entre a polícia e os criminosos.

“Não pode se construir uma política criminal, mesmo de enfrentamento do crime organizado, baseado em confronto e tiroteio. O risco de danos colaterais é muito grande. Não só danos colaterais, mas o risco para o policial.”

O futuro ministro também disse que vai estudar se é necessária uma reformulação da lei para acolher proposta do governador eleito do Rio, Wilson Witzel, que prevê o abate de qualquer pessoa que esteja portando o fuzil.

Segundo ele, não é razoável que o policial tenha que esperar o criminoso atirar nele com uma metralhadora ou com um fuzil antes que ele possa tomar qualquer providência.

Maior de 16 anos já tem ‘compreensão’ de que é errado matar
Sérgio Moro disse, ao ser questionado sobre a possibilidade de o futuro governo propor ao Congresso Nacional a redução da maioridade penal, que, na avaliação dele, é “inegável” que há uma necessidade de proteger o adolescente, que “é uma pessoa em formação”.

O magistrado, no entanto, disse considerar razoável a afirmação de que mesmo um adolescente entre 16 e 18 anos já tem a compreensão de que é errado matar.

“Isso [redução da maioridade penal] não resolve criminalidade, mas tem que se considerar a justiça individual. Pense numa família que um dos membros foi vítima de um homicídio praticado por um adolescente acima de 16 anos. As pessoas querem uma resposta do Estado institucional. E o sistema atual, que prevê sanções muito reduzidas para crimes dessa natureza, de gravidade, é insatisfatório”, opinou Moro.

Garantias para minorias
Questionado na entrevista sobre quais garantias poderia dar para a comunidade LGBT, negros e mulheres de que os direitos deles não serão retirados no próximo governo, Moro afirmou que nunca viu, na campanha eleitoral, uma proposta de Bolsonaro com cunho discriminatório em relação às minorias.

“Eu não imagino de qualquer forma que essas minorias estejam ameaçadas. O fato de a pessoa ser hetero, homo, branco, negro, asiático, isso é absolutamente indiferente. Nada vai mudar”, declarou o futuro ministro.
Moro disse ao Fantástico que tem grandes amigos que são homossexuais e que algumas das melhores pessoas que conhece são homossexuais.

Segundo ele, o próximo governo tem que ter uma postura rigorosa contra crimes em geral, mas também a crimes de ódio, entre os quais se enquadram os cometidos contra minorias.

“Eu não poderia ingressar em qualquer governo se houvesse alguma sombra de suspeita que haveria uma política desse espécie.”

Nega que vá disputar Presidência da República
Confrontado pelo Fantástico com a possibilidade de, eventualmente, sair candidato à Presidência da República em 2022, Sérgio Moro disse que não vai disputar a corrida pelo Palácio do Planalto.

“Não, isso eu tô te falando aqui, não vou ser. Eu não sou um político que minto. Desculpe. Com todo respeito aos políticos, mas, assim, bons e maus políticos. Existem maus políticos que faltam com a verdade. Eu não tô faltando com a verdade”, enfatizou.

STF só pode ser possibilidade ‘quando surgir vaga’
Questionado sobre uma eventual indicação para uma cadeira no Supremo, Moro disse que, na opinião dele, é até “indelicado” falar sobre vaga no tribunal quando não existem vagas.

“É uma perspectiva, uma possibilidade que se coloca no futuro, quando surgir uma vaga. Meu nome pode ser cogitado, como o nome de várias pessoas”, observou.

G1

Começa nesta segunda-feira (12), às 19h, a venda do Rock in Rio Card, que equivale a um ingresso antecipado e garante a entrada ao evento antes mesmo da confirmação de todas as bandas e atrações. O valor por dia é de R$ 495 a inteira; a meia-entrada custa R$ 247,50.

As venda serão feitas pelo site rockinrio.ingresso.com. O limite de compra é de quatro entradas por CPF.

Nas últimas edições, a venda antecipada do Rock in Rio card se esgotou em menos de duas horas, quando os 120 mil ingressos disponíveis desta modalidade se esgotaram.

O festival já tem entre as atrações confirmadas Iron Maiden, P!nk, Muse e Imagine Dragons, entre outras (veja lista abaixo). A escalação completa ainda não foi divulgada.

Os shows acontecem nos dias 27, 28 e 29 de setembro e 3, 4, 5 e 6 de outubro, na Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

O fã que adquirir o produto pode escolher em qual data pretende usá-lo, antes que a venda oficial de ingressos seja aberta ao público em geral, em abril do ano que vem — a escolha poderá ser feita entre 6 de fevereiro e 8 de abril, segundo a organização.

Atrações do Rock in Rio 2019 já anunciadas
27 de setembro — Palco Sunset: Seal
4 de outubro — Iron Maiden, Scorpions, Megadeth e Sepultura
5 de outubro — P!nk, The Black Eyed Peas e Anitta
6 de outubro — Muse, Imagine Dragons, NickelBack e Os Paralamas do Sucesso

paraiba.com.br

O Sistema Nacional de Empregos da Paraíba (Sine-PB) abre a semana com 222 oportunidades de emprego a partir desta segunda-feira (12), distribuídas em 10 municípios paraibanos.

A maioria das vagas está concentrada na cidade de Guarabira, com 100 oportunidades de emprego para costureira em geral. As demais vagas estão distribuídas nos municípios de João Pessoa, Campina Grande, Bayeux, Patos, Cajazeiras, São Bento, Pombal, Santa Rita e Cabedelo.

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (83) 3218-6619, 3218-6618 ou 3218-6624 (em João Pessoa) e (83) 3310-9412 (em Campina Grande). Em João Pessoa, a sede do Sine-PB fica na rua Duque de Caxias, número 305, no Centro de João Pessoa.

portalcorreio