A Central de Comercialização da Agricultura Familiar (Cecaf), localizada no José Américo, funciona normalmente neste feriado da Proclamação da República. A partir das 5h desta quinta-feira (15), é possível encontrar produtos de qualidade comercializados a preços acessíveis na feira, que vai até as 13h. A informação foi divulgada pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb), responsável pela administração do local.

Na Cecaf, é possível encontrar frutas, verduras, peixes, mariscos, aratu, camarão, goma, farinha de trigo, mandioca, coco ralado, leite e óleo de coco (100% naturais), queijos, manteiga, ovos e bolos, entre outros itens. O local funciona às quinta-feirass e sábados, das 5h às 13h. “Quando o feriado cai numa quinta-feira, os agricultores sempre preferem trabalhar normalmente, por já ser um dos dias tradicionais da feira. Os consumidores são fiéis e comparecem mesmo no feriado”, explica Rogeany Gonçalves, coordenadora da Cecaf.

A Cecaf possui ainda lanchonetes especializadas na gastronomia regional, com frutos do mar, e vendidos a preços acessíveis à toda população. Pratos como bode, galinha de capoeira, carne guisada, risoto de marisco, caldinhos de camarão e caranguejo, camarão ao alho e óleo, são vendidos a partir de R$ 5,00

Mercados Públicos – Nesta quinta-feira (15), os mercados do Alto do Mateus, Bairro dos Estados, Cruz das Armas, Mangabeira, Miramar, Rangel e Tambaú só funcionarão até o meio dia. O Mercado do Castelo Branco e o Mercado do Peixe, em Tambaú, funcionarão normalmente. O Mercado da Torre e de Oitizeiro deverão abrir até as 14h.

Em Jaguaribe, a feira acontece tradicionalmente às quartas-feiras. Já no Mercado Central, os boxes não abrem, mas alguns feirantes vão comparecer. Em relação aos shoppings populares, o Centro Comercial de Passagem e o Shopping dos Sapateiros abrem normalmente.

Secom-JP

Nesta quinta-feira (15) e sexta-feira (16) o Festival de Teatro de Mangabeira recebe seus últimos espetáculos que estão concorrendo na 6ª edição do Festival, como nas edições o festival tem caráter competitivo, onde os três grupos que atingirem as maiores somas de pontos, serão considerados conforme sua pontuação em primeiro, segundo e terceiro lugares receberão troféus e certificados, assim como também terão as premiações de Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Maquiagem, Melhor Trilha Sonora e Melhor Figurino. Todas as participantes receberão certificado de participação do 6º Festival de Teatro de Mangabeira.

Abaixo a programação da quinta-feira e sexta-feira com as sinopses dos espetáculos.

QUINTA-FEIRA (15/11).

19H:20MIN
ESPETÁCULO: O DIA EM QUE A MORTE BATEU DAS BOTAS.

GRUPO: CIA. OXÊNTE DE ATIVIDADES CULTURAIS.

CIDADE: JOÃO PESSOA – PB

SINOPSE: O Dia Em Que a Morte Bateu Das Botas é uma comédia sarcástica, que narra o curioso encontro de um suicida com a morte, no dia marcado por ele para seu pretenso falecimento. Um espetáculo reflexivo sobre a relação de atração e repulsa do homem pela morte.

TEXTO: SAULO QUEIROZ

DIREÇÃO: EDILSON ALVES

20H:30MIN
ESPETÁCULO: BAILEI NA CURVA.

GRUPO: MAIS UM COLETIVO DE TEATRO

CIDADE: JOÃO PESSOA – PB

SINOPSE: O espetáculo mostra a trajetória de sete crianças que viveram durante o período da Ditadura Militar. A peça reflete as transformações que aconteceram na vida das personagens em três períodos; final da infância, adolescência e vida adulta. O tom leve que a peça traz, a partir do olhar das crianças, também mostra o peso das consequências do Golpe Militar na vida de cada personagem.

TEXTO: SAULO QUEIROZ

DIREÇÃO: EDILSON ALVES

SEXTA-FEIRA (16/11).

19H:20MIN
ESPETÁCULO: AS MALDITAS

GRUPO: CIA ARTE TRAMÁTICA

CIDADE: CAJAZEIRAS – PB.

SINOPSE: Duas irmãs com nomes de flores e almas de espinhos. A frase define bem o relacionamento conturbado entre as irmãs Rosa e Margarida, interpretadas pelos atores Benicio Figueiredo e Girlene Ferreira no espetáculo “As Malditas”. No palco, duas irmãs que não se suportam. Margarida: analfabeta, viúva, pobre e fanática religiosa. Rosa é deficiente física, professora universitária aposentada e apreciadora de música clássica. Rosa e Margarida se odeiam e vivem, a contragosto, uma difícil relação de dependência mútua. Na história, as irmãs não alimentam bons sentimentos acerca da vida familiar e da existência. Em comum, elas só têm duas coisas: o mesmo sangue e o mesmo ódio. Um ódio que surgiu na infância, atravessou a adolescência e encontrou seu maior vigor em plena meia idade. Por ironia do destino, as duas vivem sob o mesmo teto…

TEXTO: SAULO QUEIROZ

DIREÇÃO: DENILSON FEITOZA

20H:30MIN
ESPETÁCULO: CARTAS PARA A ALEMANHA.

GRUPO: ELZE MARIA BARROSO.

CIDADE: NATAL – RN

SINOPSE: A atriz/performer ao relembrar passagens do término de um relacionamento amoroso com um alemão, convida expectador a ouvir seus espaços íntimos dos pensamentos em busca de explorar os limites entre o real e o ficcional e transformar suas memorias numa poética de experiências de imagens e sensações, sem deixar de provocar reflexões sobre as questões de cor da pele que perpassam a própria condição por ser uma mulher negra ao se relacionar com um estrangeiro; e busca através de uma narrativa com propostas relacionais de sensorealidade.

TEXTO: ELZE MARIA BARROSO

DIREÇÃO: ELZE MARIA BARROSO

Jamil Richene
Produtor Cultural
Focos Produções
(83) 98726-3806 (oi)
(83) 99617-2075 (tim)

O governo de Cuba anunciou, nesta quarta-feira (14), o fim de sua participação do programa Mais Médicos no Brasil.
Em nota divulgada pelo Ministério da Saúde do país caribenho, a decisão é atribuída a questionamentos feitos pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), à qualificação dos médicos cubanos e à exigência de revalidação de diplomas no Brasil.

“Condicionamos a continuidade do programa Mais Médicos à aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou”, afirmou Bolsonaro, por meio de sua conta no Twitter, após a decisão do governo cubano.

Pelas regras do Mais Médicos, profissionais sem diploma revalidado só podem atuar nas unidades básicas de saúde vinculadas ao programa “nos primeiros três anos”, como “intercambistas”.
A renovação por igual período só pode ser feita caso esses profissionais tenham o diploma revalidado e o aval de gestores nos municípios. No ano passado, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que a ausência de revalidação do diploma era constitucional.

Um dos programas mais conhecidos na saúde, o Mais Médicos foi criado em 2013, na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), para ampliar o número desses profissionais no interior do país.

Cerca de 18 mil médicos atuam no programa —destes, 45% são brasileiros e 47% são cubanos, vindos ao Brasil por meio de cooperação com a Opas (Organização Pan-Americana de Saúde). Os demais são intercambistas estrangeiros.

Na nota, o governo cubano afirma que, desde a implantação do programa, 20 mil profissionais atenderam a mais de 113 milhões de brasileiros, residentes, especialmente, em regiões carentes. O Ministério de Saúde de Cuba lista a atuação de seus médicos em países da América Latina e da África.

O governo cubano chama de inaceitáveis as ameaças de alterações no termo de cooperação firmado com a Opas e diz que o povo brasileiro saberá a quem responsabilizar pelo fim do convênio.

Em 2017, já no governo Michel Temer (MDB), o governo de Cuba chegou a suspender o envio de um grupo de médicos devido ao aumento no número de ações judiciais de profissionais daquele país que buscavam a permanência no Brasil e no Mais Médicos além dos três anos iniciais previstos no contrato.

Na ocasião, o Ministério da Saúde contabilizava 88 ações de médicos cubanos que pediam para continuar no programa e no Brasil. A pasta federal já havia anunciado a intenção de substituir parte dos médicos cubanos por brasileiros.

Folha de São Paulo

O presidente do Campinense, William Simões, o ex-vice-presidente de Futebol do Botafogo-PB, Breno Morais, o ex-presidente do Tribunal de Justiça Desportiva de Futebol (TJDF-PB), Lionaldo do Santos, o ex-procurador do órgão, Marinaldo Barros, e o ex-presidente da Comissão Estadual de Arbitragem da Paraíba (Ceaf-PB), José Renato, foram banidos do futebol pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Em julgamento realizado na tarde desta quarta-feira na sede do órgão no Rio de Janeiro, o Pleno do tribunal aplicou a pena máxima aos dirigentes e a nove árbitros paraibanos.

Todos foram apontados pela Polícia Civil e pelo Ministério Público da Paraíba como integrantes de uma suposta organização criminosa que manipulava resultados no futebol da Paraíba. Além do banimento, Breno Morais terá que pagar R$ 90 mil de multa. Já Marinaldo e Lionaldo terão que desembolsar R$ 30 mil cada. José Renato foi multado em R$ 50 mil.

Na sessão desta quarta-feira, outros dirigentes também foram condenados, mas foram apenas suspensos. O ex-presidente do Botafogo-PB, Zezinho Botafogo, foi condenado a 540 dias de suspensão e multa de R$ 30 mil, assim como Guilherme Novinho, ex-vice-presidente do clube, e Francisco Sales, ex-diretor executivo de futebol.

O árbitros paraibanos que não poderão mais apitar futebol profissional são: Adeilson Carmos Sales (árbitro da FPF), Antônio Carlos Rocha (árbitro da FPF), Antônio Umbelino (árbitro da FPF), Éder Caxias (árbitro da CBF), Francisco Santiago (árbitro da FPF), João Bosco Sátiro (árbitro da CBF), José Maria de Lucena Netto, (auxiliar da CBF), Tarcísio José (auxiliar da FPF) e Josiel Ferreira (auxiliar da FPF).

Julgamento do ex-presidente da FPF é adiado
O ex-presidente da FPF, Amadeu Rodrigues, que também foi denunciado pela Procuradoria do STJD por manipulação de resultados seria julgado nesta quarta-feira. O tribunal entendeu que ele não teve tempo suficiente para mandar a sua defesa e decidiu que o seu processo vai ser colocado em pauta novamente no dia 29 deste mês.

 

 

 

Ge

O governador eleito divulgou nota na tarde desta quarta-feira (14) para explicar sobre a reunião com o presidente eleito Jair Bolsonaro.

Confira a nota íntegra:

 

NOTA

Para deixar bem claro aos que, por mera desinformação ou má fé, vem criando as mais absurdas teorias a respeito de minha ausência em encontro de governadores previsto para esta quarta-feira, gostaria de lembrar que não existe convite algum do presidente eleito da República para que eu estivesse presente em reunião alguma.

É mentirosa qualquer outra informação que se divulgue sobre o assunto sem levar em conta essa afirmativa. Quando houver, estarei completamente disposto a participar e lutar pelas demandas da Paraíba, que são muitas e necessárias, junto à União, da mesma forma que participei ao lado do governador Ricardo Coutinho dos encontros com então presidente Michel Temer, e seus antecessores, bem como da bancada federal paraibana, independentemente das diferenças políticas de seus integrantes.
A reunião suscitada em questão foi idealizada e convocada por um dos governadores eleitos este ano, sem pauta definida, sem confirmação prévia da participação do presidente eleito e sem o mínimo sinal de que servirá, efetivamente, para trazer resultados práticos.

Estaremos participando brevemente de uma reunião com os governadores eleitos e reeleitos do Nordeste a fim de que possamos consolidar as reivindicações da região, bem como as específicas de cada estado para que possamos provocar encontro com a futura gestão do governo federal e assegurar conquistas de ações importantes para o nosso povo.
Ao longo de todo esse tempo, já tivemos a clara capacidade de demonstrar que os interesses da Paraíba, para nós que fazemos parte desse projeto transformador, estão acima de qualquer disputa política.

 

João Azevedo
Governador Eleito da Paraíba

 

 

Assessoria

Era a década de 80 quando, aos 13 anos de idade, Cassandra de Lucena foi diagnosticada com diabetes, doença caracterizada pela elevação da glicose no sangue. Hoje, com 49 anos, ela precisou aprender a conviver com a doença. Cassandra conta que na época do diagnóstico, o controle do índice de glicemia era mais complicado por falta de tecnologia acessível. Atualmente o desafio de Cassandra e de mais 214.685 paraibanos diagnosticados com essa doença é o acesso ao remédio.

Relembre a história de Wênia Bandeira na luta em busca da insulina

A Legislação Brasileira na Constituição Federal, no Art. 196 prevê que a saúde é um direito de todo cidadão e dever do Estado. Para garantir esse direito através do Sistema Único de Saúde (SUS) o paciente diabético precisa de uma determinação judicial, mas mesmo com essa ação, em alguns momentos, isso não é garantido. Cassandra passou por isso no início deste ano, e diz que ao ir em busca do remédio, não tinha retorno. “Eles diziam: ‘Não tem, foi feito solicitação e não tem data para chegar’. Ao falar com a imprensa, eles resolvem. Então a gente vai logo para rádio e TV”, conta.

A falta de insulina pode resultar em acúmulo de glicose no sangue, o que se chama de hiperglicemia. O uso é regrado e aqueles que conseguem manter um bom controle, conseguem evitar complicações, como lesões em todo o corpo incluindo olhos, rins, vasos sanguíneos, coração e nervos. Quando Cassandra não conseguiu a medicação via SUS, teve que comprar com o próprio dinheiro. O jeito é comprar. Não pode passar nem um dia, é rápido que ela (glicose) sobe, então a cada alimentação tem que tomar rápido”, explica.

Grupo Docinhos
Na tentativa de se ajudarem, alguns portadores de diabetes participam de um grupo do Whatsapp chamado ‘Docinhos’, onde compartilham medicamentos. “Quando não tem medicação um recorre ao outro. Quando não tem fitinha aí a gente distribui assim. Esse mês eu peguei dois refis, eu coloquei no grupo, tinha um rapaz que estava precisando e foi pegar”.

Quase 1,7 mil morreram por diabetes
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, no ano de 2017 foram notificados 1.690 óbitos decorrentes da diabetes. O Ministério da Saúde, estima que 5,3% da população paraibana seja portadora desta doença, o que corresponde a 214.685 paraibanos.

São 35 anos convivendo com a doença. Cassandra é mais uma entre tantos pacientes que precisaram aprender a lidar com a doença que exige muita disciplina e comprometimento. “A gente leva a vida normal, é uma patologia tem que saber conviver . Na diabete tipo 1 a gente tem a insulina, ai tem que fazer exercício, regular a alimentação. É uma vida regrada, e até pode comer doce. Agente vive uma vida normal, mas sem excesso”, desabafa. Ela ainda lembra que precisa “ter consciência daquilo que você possui dentro do seu corpo, se não tiver cuidado vem a complicação”.

Dia Mundial do Diabetes
O dia 14 de novembro é lembrado como Dia Mundial do Diabetes. O objetivo é orientar a população para prevenir a doença, pois o desconhecimento sobre os sintomas e o tratamento tem sido um dos obstáculos para conter esse mal.

portalcorreio

Os lojistas do Lagoa Shopping, em João Pessoa, lamentaram o fechamento do empreendimento e a forma como a comunicação disso foi feita. Segundo eles, o comunicado foi feito através de circular e não houve nenhuma reunião prévia para explicar a situação.

O documento, assinado pelo diretor executivo do shopping, Ricardo Paulo Oliveira Silva, afirma que fatores como falta de capital de giro e alta inadimplência dos lojistas, que chegava a 70%, fizeram com que o shopping contraísse diversas dívidas, fosse inscrito no Serasa e não cumprisse cláusulas contratuais de aluguel, motivo pelo qual o proprietário pediu a desapropriação do imóvel.

Redução no número de lojas
De acordo com o empresário Danilo Pereira, proprietário da loja Corralinda, quando foi inaugurado, em janeiro de 2017, o Lagoa Shopping contava com cerca de 80 lojas, sendo que hoje, apenas 30 a 35 delas estão funcionando. Ele contou que a decisão pegou de surpresa os lojistas restantes, que estavam contando com a elevação das vendas no período do natal.

Segundo ele, foi a má administração que levou o empreendimento a esta situação. Os lojistas contaram que problemas como ar-condicionado e escadas rolantes quebrados eram contantes no local. Além disso, a lojista Gilliane Monteiro, da Howlita Semijoias, contou que, desde o último sábado, os funcionários da limpeza desapareceram e os banheiros estão inutilizáveis. “É inumano. Nossos funcionários trabalham das 9h às 19h, com troca de turno, e essas pessoas não vão poder usar o banheiro? Como é que pode?”, desabafou.

Funcionários sumiram
Segundo Gilliane, outros funcionários como bombeiros e seguranças também desapareceram e os lojistas têm dificuldade até para ter acesso ao Lagoa Shopping. “Todo dia temos que esperar a boa vontade de alguém que venha abrir aqui, por isso tem dias que abre às 9h10, 9h15”, comentou. O horário de abertura do shopping deveria ser às 9h.

Os lojistas afirmam que a falta de manutenção e serviços básicos, assim como a falta de ações de marketing, que não estavam mais sendo realizadas, espantaram os clientes, mas ainda assim, o centro comercial garantia o sustento de muitas famílias.

Danilo Pereira afirmou que desde o início não houve transparência no relacionamento da administração com os lojistas, que não sabiam o que estava acontecendo. Os lojistas fizeram um contrato de 10 anos com a administração do shopping e, no entanto, não receberam nenhuma explicação de como será o procedimento para a quebra desse contrato agora. Eles não sabem se chegarão a receber alguma multa pela rescisão.

Lojas âncoras
Os lojistas também afirmam que as lojas âncora não irão fechar, apenas as lojas menores do interior do prédio, mas não sabem explicar o porquê. “São empresas grandes, devem ter advogado. A gente é pequeno, deve ser isso que eles pensam”, opinou a lojista Izabella Almeida, da Bella Plus Size.

“Muitos aqui são empreendedores pequenos, iniciantes, começando o primeiro negócio. Eles se aproveitaram da nossa ingenuidade para agir sem transparência”, disse Danilo Pereira, acrescentando que todos pagaram luvas em valores muito altos e que a própria taxa de condomínio estava acima do praticado no mercado. Ele afirmou que alguns lojistas estão entrando com ações na justiça, mas pela situação inesperada, muitos ainda não sabem como agir.

Duas administrações
Em setembro de 2017, apenas nove meses após a inauguração do shopping, a administração, até então gerida pelo empresário Ricardo Paulo, se viu com problemas financeiros e resolveu entregar a gestão do empreendimento à Mart Shopping Consultoria Estratégia e Comunicação LTDA, empresa sediada em Pernambuco com experiência na gestão de shoppings.

Após 13 meses dessa nova gestão, os problemas do shopping não foram solucionados, o empresário Ricardo Paulo retomou a administração e, alguns dias depois enviou a circular que anuncia o fechamento do estabelecimento.

Resposta
A reportagem tentou contato com o empresário Ricardo Paulo, mas até o fechamento desta matéria, nenhum dos telefonemas foi atendido.

Jornal CORREIO

O uso exagerado de antibióticos está criando superbactérias tão resistentes que já matam 700 mil pessoas por ano no mundo. O fenômeno é considerado uma epidemia com graves consequências: a partir de 2050, as superbactérias matarão 10 milhões ao ano, superando o atual número de óbitos por câncer (8,2 milhões), de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde).

Além do risco à população, o fenômeno representa um desafio para a indústria: como as bactérias se tornam resistentes cada vez mais cedo, os medicamentos se tornam obsoletos rapidamente e deixam de interessar à indústria farmacêutica.

Para reverter esse cenário, é importante que pacientes parem de se automedicar e que médicos sejam mais criteriosos ao prescrever esse tipo de medicamento. Mas não só isso. Há uso descontrolado de antibióticos também nas plantações e na pecuária, além de descarte incorreto dos remédios que sobram.

Criado em 1928 pelas mãos do farmacologista britânico Alexander Fleming, o primeiro antibiótico de que se tem registro é a penicilina. Foi a solução para doenças que castigavam populações, como a peste negra, a tuberculose, a peste bubônica e a febre tifoide.

“O aparecimento do antibiótico, das vacinas e do saneamento básico aumentou a expectativa de vida do ser humano em até 30 anos”, estima Maria Lavínea Figueiredo, gerente de produtos anti-infectivos da farmacêutica Pfizer.
Mas já no final da década de 1930 o próprio Fleming alertava a comunidade médica sobre as mutações que as bactérias estavam sofrendo para ganhar resistência e vencer sua invenção. O uso indiscriminado do medicamento ao longo dos anos confirmou seus temores.

Os médicos nem sempre receitaram o remédio de forma adequada, enquanto muitos pacientes não respeitam a dosagem receitada, usam as sobras para se automedicar ou jogam no meio ambiente.

“Não se deve descartar os antibióticos na pia, no lixo ou no vaso sanitário”, diz a diretora Flávia Rossi, do Serviço de Microbiologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Em contato com as bactérias do solo, rios e mares, esses resíduos favorecem o aparecimento de micro-organismos resistentes. “A recomendação é entregar o que sobrou a farmácias que ofereçam programas de coleta.”

Flávia, que também é infectologista do Grupo de Vigilância Microbiana da OMS, acompanhou os resultados de recentes estudos no Rio de Janeiro que comprovam a contaminação das águas da Bahia de Guanabara por superbactérias. As mais resistentes, no entanto, se proliferam dentro dos hospitais.

No ano passado, a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo identificou 5.067 micro-organismos resistentes em 343 unidades de saúde, quase sempre em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) adultas.

 

Superbactérias se desenvolvem especialmente em ambiente hospitalar
No Brasil, as bactérias carbapenens são as que mais assustam as autoridades. Seus três tipos são dificilmente tratados com antibióticos. A mais temida é a Acinetobacter. “Quando ela é identificada no Brasil, há de 60% a 80% de chance de falha farmacêutica”, estima Flávia Rossi.
O resultado é que os pacientes passam mais tempo internados, os gastos hospitalares disparam e os índices de mortalidade vão junto.

Antibiótico na pecuária
Muitas bactérias se tornam resistentes devido ao uso de antibióticos na cadeia alimentar: 70% do consumo da droga se dá no agronegócio. Nas plantações, aplica-se antifúngico; nos animais, o antibiótico protege de doenças e aumenta a quantidade de gado disponível.

“Pode ser usado, mas sob controle. Hoje a utilização é generalizada”, diz a infectologista. “Ao comer uma carne malcozida, a bactéria resistente pode chegar ao homem e se reproduzir no intestino.”

Em outubro, um grupo de pesquisadores da Universidade George Washington, nos Estados Unidos, comprovou pela primeira vez que o uso de antibióticos na criação de aves culminou no aparecimento de superbactérias que chegaram ao homem. A desconfiança, que durava desde os anos 1970, chegou ao fim quando os cientistas encontraram uma bactéria que ocupou primeiro as vísceras das aves para só então se adaptar ao organismo humano.

Sem remédio
Outra superbactéria que aflige o país é a KPC, endêmica e ainda sem tratamento por aqui. Nos Estados Unidos, existe remédio disponível há três anos.

Segundo a Pfizer, que espera que até 2019 o medicamento Torgena seja liberado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), no Brasil, espera-se de 8 a 12 anos para que um antibiótico seja comercializado, desde o momento de seu desenvolvimento. “Quando chega [o remédio], as bactérias já estão resistentes”, lamenta Eurico Corrêa, diretor médico do laboratório.

O micro-organismo causa pneumonia, infecção urinária e da corrente sanguínea. Seus sintomas vão de taquicardia, febre e inchaço até a falência múltipla dos órgãos.

A rápida adaptação das bactérias torna o desenvolvimento de antibióticos um negócio cada vez menos lucrativo para as farmacêuticas. Em julho, a Norvatis, outra gigante do ramo, encerrou definitivamente suas pesquisas antibacterianas a exemplo de outras farmacêuticas, como a AstraZeneca, Sanofi, Allergan e Medicines.

“O mercado está quebrado”, disse na época David Shlaes, consultor e ex-executivo do setor. “Estamos agora em um ponto no qual a resistência avança muito mais rapidamente do que nossa capacidade de fornecer novos antibióticos.”

Participação dos consumidores
Diante de um cenário delicado, a indústria quer engajar os pacientes na luta contra as superbactérias. Especialistas do ramo querem popularizar as respostas para as seguintes questões:

1 – Já me sinto bem, posso suspender o antibiótico? Não. A medicação deve ser tomada rigorosamente de acordo com a receita médica, respeitando o número de dias e o tempo de intervalo entre as doses.

2 – Posso misturar álcool com antibiótico? Não. O efeito diurético do álcool pode reduzir a concentração do medicamento no sangue, além de sobrecarregar o fígado.

3 – Estou gripado, antibiótico resolve? Gripes são provocadas por vírus, que não respondem a antibióticos. Por isso nunca aproveite medicações que tenham sobrado de prescrições anteriores.

4 – Hospital é um lugar perigoso? Se precisa mesmo ir, previna-se! Reduza ao mínimo as idas a hospitais, lave sempre as mãos com água e sabão e use álcool em gel. Não toque em sondas, soros ou cateteres e jamais se deite ou sente em leitos hospitalares.

5 – Posso partir um comprimido ao meio? De jeito nenhum. Doses muito baixas podem facilitar a adaptação do micro-organismo em vez de liquidá-lo. Se há dificuldade em ingerir comprimidos, peça ao médico uma alternativa líquida.

“Vivemos uma epidemia bacteriana silenciosa”, alerta a infectologista do HC. “Silenciosa até emergir. Quando isso acontece, já não há opções terapêuticas. É na comunidade que reduziremos os efeitos.”

UOL

Protagonistas das contratações mais caras das últimas janelas de transferências, com Neymar e Mbappé, o PSG segue tendo o Fair Play Financeiro como possível pesadelo. O jornal “L’Équipe” aponta nesta quarta-feira que a investigação reaberta pela Uefa sobre as contas do clube revisou os valores dos patrocínios, o que deixaria os frances fora das regras impostas pela entidade.

A publicação diz que, após reabrir o caso no começo de julho, a Câmara de Adjudicação da Uefa está sendo mais severa com as contas do Paris Saint-Germain e decidiu revisar os valores dos contratos de patrocínio com as empresas de xeques cataris (um órgão de fomento ao turismo, um banco, uma operadora de telecomunicações, um canal de TV e um centro médico). Os ingressos seriam, na visão do órgão, 37% menores.

O jornal diz que, por exemplo, o contrato de patrocínio com a Autoridade de Turismo do Catar (QTA, na sigla em inglês) teria sido reduzido de € 100 milhões para € 58 milhões na atual temporada. A mesma porcentagem de queda, diz a publicação, teria sido suficiente para fazer o clube ultrapassar ter um déficit de € 84 milhões na temporada 2016/17.

De acordo com as regras do Fair Play Financeiro da Uefa, um clube não pode registrar déficit acima de € 30 milhões em um período de três temporadas. As punições para as equipes que não se enquadrem nas regras são progressivas – e o PSG poderia ser alvo de duras sanções por ser reincidente, após ser punido em 2014.

O clube poderia, por exemplo, ser proibido de participar de competições organizadas pela Uefa durante um período – o que o deixaria de fora de seu grande objetivo a cada temporada, a Liga dos Campeões. Há, ainda, outras sanções como proibição de inscrição de jogadores e retenção de receitas nas competições.

O “L’Équipe” ainda destaca que a Uefa pretende observar de perto as contas do clube nas próximas temporadas, disposta a verificar como o clube amortizará os gastos com estrelas do futebol mundial, como Neymar (que custou € 222 milhões) e Mbappé (€ 180 milhões). O clube teria que conseguir, diz o jornal, € 150 milhões de receita anual para equilibrar as contas.

Globo Esporte

O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será interrogado nesta quarta-feira (14), a partir das 14h, em Curitiba. Ele será transportado de carro da carceragem da Superintendência da Polícia Federal onde está preso, desde abril, para a sede da Justiça Federal, ambas na capital paranaense. Será a primeira vez que ele deixará a superintendência em sete meses.

Lula vai depor no processo da Lava Jato
Lula vai depor em um dos processos da Operação Lava Jato relativo ao sítio Santa Bárbara de Atibaia (SP). A juíza federal substituta Gabriela Hardt vai conduzir a oitiva.

O ex-presidente foi condenado a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em outro processo, o caso do triplex em Guarujá (SP).

Hardt substitui Sergio Moro
Gabriela Hardt, da 13ª Vara da Justiça Federal, substitui o juiz federal Sergio Moro, que aceitou ser ministro da Justiça do governo eleito Jair Bolsonaro. De férias e informando que irá pedir exoneração do cargo, Moro é substituído por Hardt.

Caso
O ex-presidente foi denunciado por recebimento de propina das construtoras OAS e Odebrecht. Outras 12 pessoas também estão denunciadas no processo. Lula nega as acusações e diz não ser dono do sítio. De acordo com as investigações, foram feitas reformas e melhorias no patrimônio.

Pelas investigações, as reformas no sítio começaram após a compra da propriedade pelos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna, amigos de Lula. No laudo elaborado pela Polícia Federal, em 2016, os peritos citam as obras que foram realizadas, entre elas a de uma cozinha avaliada em R$ 252 mil.

A estimativa é de que tenha sido gasto um valor de cerca de R$ 1,7 milhão, somando a compra do sítio (R$ 1,1 milhão) e a reforma (R$ 544,8 mil). A defesa de Lula sustenta que a propriedade era frequentada pela família do ex-presidente, mas ele não é proprietário do sítio.

O empresário José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente da República, e réu por lavagem de dinheiro na mesma ação penal deverá ser interrogado hoje também.

portalcorreio