RETROSPECTIVA TECNOLOGIA

O ano está acabando e é hora de revisitar os principais momentos que marcaram os últimos 12 meses no mercado da tecnologia. Em 2018 o Olhar Digital noticiou grandes descobertas da ciência, avanços inéditos no setor de hardware e software, mas também polêmicas e problemas que atrasaram o avanço da inovação.

Confira a seguir alguns dos momentos e temas que mais marcaram o ano de 2018 em tecnologia. Faltou algum? Diga nos comentários o que mais te chamou a atenção neste ano.

Facebook: um escândalo após o outro
Ninguém pode conseguir 2,23 bilhões de amigos sem fazer alguns inimigos. Essa é uma pequena variação no slogan do filme “A Rede Social”, longa de 2010 dirigido por David Fincher que conta como Mark Zuckerberg (interpretado por Jesse Eisenberg) enganou e traiu muita gente para construir um império: o Facebook.

O preço desse império foi cobrado em 2018. Numa sequência de menos de 12 meses, o Facebook se meteu num mar de escândalos e polêmicas que colocam em dúvida a capacidade da empresa criada e chefiada por Zuckerberg de tratar de maneira segura e justa os dados desses 2,23 bilhões de usuários mensais.

Cambridge Analytica
Um dos maiores escândalos do ano foi o da Cambridge Analytica. Este é o nome de uma empresa de marketing que teve acesso a dados de 87 milhões de usuários do Facebook indevidamente, sem que muitos deles soubessem e sem que a própria rede social tivesse lhes dados permissão.

Um professor de psicologia desenvolveu um aplicativo que faz um teste de personalidade do usuário. Esse app precisa ter acesso ao perfil no Facebook do usuário que quiser participar. O problema é que os dados dessa pessoa e os dados dos seus amigos não eram coletados para o professor, e sim para a empresa Cambridge Analytica.

A empresa usou essa informação privilegiada para direcionar anúncios no Facebook. A rede social até ficou sabendo do vazamento e ordenou que a empresa apagasse os dados coletados – mas nunca foi até lá conferir se eles tinham mesmo sido apagados. Entre os 87 milhões de usuários afetados, havia, pelo menos, 440 mil brasileiros.

50 milhões hackeados
Em seguida, veio um dos escândalos mais graves: 50 milhões de usuários hackeados, 90 milhões de contas potencialmente afetadas, tudo graças a uma grave falha de segurança descoberta no mês de setembro relacionada ao “ver como”, recurso que permite ao usuário visualizar como fica o seu perfil para desconhecidos, amigos de amigos ou amigos da rede social.

Segundo o Facebook, uma vulnerabilidade do código na rede social permitiu que esse recurso fosse usado para roubar tokens de acesso às contas. Os tokens são chaves digitais que permitem que os usuários se mantenham logados na rede social sem precisar digitar sua senha todas as vezes que acessam o site ou aplicativo. Usando esses dados, os hackers podem ter acessado indevidamente as contas de vários usuários, sem precisar descobrir a senha.

O comunicado da falha diz que o Facebook tem certeza que 50 milhões de contas foram afetadas. Os tokens dessas contas foram todos invalidados, o que, na prática, fez com que estes usuários precisassem refazer seus logins para se conectar à rede social. Por precaução, o Facebook também invalidou os tokens de outras 40 milhões de contas que usaram o “Ver Como” no último ano, mesmo sem evidências de ataque.

Diante desta situação, o Facebook também desativou o recurso “Ver Como” temporariamente para analisar melhor a vulnerabilidade. A empresa diz que, por estar em uma etapa inicial de investigação, não há como saber ainda se o roubo destes tokens permitiu que as contas atingidas fossem utilizadas para algum fim indevido, ou se as informações das vítimas foram acessadas. Da mesma, a empresa ainda não sabe apontar quem são os responsáveis pelo ataque.

Agência Definers
Uma reportagem do jornal norte-americano The New York Times detalhou como a administração do Facebook usou táticas moralmente questionáveis para tentar melhorar a sua imagem durante crises de reputação que atravessou durante o ano e driblar questões mais complexas.

O NYT afirma que a empresa contratou uma agência de relações públicas chamada Definers. Uma das coisas que a Definers fez para limpar a barra do Facebook durante o escândalo Cambridge Analytica foi espalhar a narrativa na imprensa de que algumas das pessoas que estavam organizando boicotes à rede social na época eram financiadas pelo filantropo liberal George Soros. O que, depois, descobriu-se que era mentira.

Também descobriu-se que a Definers era dona de uma página do Facebook com 120 mil seguidores chamada “NTK Network”. Um ex-funcionário disse que a página era a “loja de fake news caseira” da agência. Por meio dela, a Definers espalhava notícias boas (nem sempre verdadeiras) sobre seus clientes, e ruins (nem sempre verdadeiras) sobre os concorrentes dos clientes.

Após a publicação da reportagem do NYT, o Facebook rompeu contrato com a Definers e declarou que nunca pediu à agência ou pagou para que ela espalhasse notícias falsas em nome da rede social. Além disso, Zuckerberg disse que nem ele, nem Sheryl Sandberg, sabiam que a Definers era contratada pelo Facebook.

Fotos e mensagens vazadas
No começo de dezembro, a empresa revelou uma nova brecha de segurança que deixou expostas as fotos de 6,8 milhões de usuários, mesmo que as pessoas tenham feito o upload do material, mas não tenham postado de forma pública. O bug em questão fez com que cerca de 1,5 mil aplicativos tivessem acesso indevido “a um conjunto de fotos mais amplo do que deviam”.

A falha atingiu as pessoas que utilizaram o Facebook Login, a ferramenta da rede social que permite a realização de login em outros sites e aplicativos. Ao dar permissão para que os aplicativos acessassem suas fotos, os usuários podem ter dado acesso a mais do que deveria ser permitido por causa do bug. Isso aconteceu entre os dias 13 de setembro e 25 de setembro, quando a vulnerabilidade foi fechada.

Para completar, a rede social foi acusada de dar acesso irrestrito a informações de usuários a grandes empresas de tecnologia, como Microsoft, Apple, Spotify e Netflix. Entre os dados disponíveis para estes parceiros estavam até mesmo as mensagens privadas trocadas na plataforma.

O Facebook confirmou o acesso às mensagens privadas do usuário. Segundo o Facebook, isso era necessário para que seus usuários conseguissem enviar mensagens no Messenger sem sair do aplicativo de música. A rede social disse ainda que era necessário o login na sua conta para que esse acesso acontecesse. E destacou que nenhum desses acessos teria acontecido sem a permissão dos seus usuários.

olhardigital.com.br

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, e o eleito, João Azevedo, reuniram os deputados da base governista na manhã de hoje na Granja Santana para tratar de vários assuntos, dentre os quais a eleição da Mesa Diretora da Assembleia para os quatro próximos anos. Em síntese, ficou acordado que a eleição deverá ser feita de maneira casada, para os dois biênios, e com voto aberto.

“Ficou combinado que esse assunto da eleição será tratado no início do ano e existe a possibilidade de ser apresentado um projeto de resolução para incluir o voto aberto na eleição da Assembleia. Em relação a candidatos, a definição ficou para janeiro”, revelou o deputado estadual João Bosco Carneiro, do PPS.

Os deputados Edmilson Soares e Genival Matias não participaram do encontro. João Gonçalves alegou um pico de pressão e saiu antes do fim da conversa, assim como Ricardo Barbosa, que concordou com a tese da eleição unida para os dois biênios.

“Acho que o sentimento majoritário é da eleição conjunta para os dois biênios”, disse Barbosa, que chegou a apresentar uma PEC para proibir a eleição antecipada para a presidência da Assembleia Legislativa e demais cargos da Mesa Diretora.

Vale ressaltar que a dúvida existente na base governista reside no nome do presidente para o segundo biênio. Para o primeiro, Adriano Galdino, do PSB, é consensual. Em relação ao sucessor dele, Hervázio Bezerra e Buba Germano são dois fortes cotados.

ParlamentoPB

A presidenta das Federação Paraibana de Futebol (FPF), Michelle Ramalho, decidiu não conceder entrevistas depois da reportagem do Esporte Espetacular, neste domingo, que aponta uma série de irregularidades na eleição de setembro, e que a levou ao comando do futebol no Estado. A dirigente alegou que está passando as festas de fim de ano com a família e que não vai interrompê-las para o que classificou de “denúncias descabidas”.

Michelle Ramalho se defendeu utilizando uma nota oficial, na qual também sai em defesa do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e também procura manisfestar naturalidade com as denúncias, segundo elas, feitas por adversários políticos.

– Quanto às especulações de “manobra” no STJD, eu manifesto o meu mais profundo respeito ao órgão máximo da justiça desportiva do futebol brasileiro que tive a honra de integrar inaugurando a representação paraibana na entidade (Michelle Ramalho)

A presidenta da FPF não cita nomes em sua nota, mas deixa claro que as tais “denúncias descabidas” teriam partido de adversários políticos derrotados nas eleições de setembro. Nesta segunda-feira, o candidato derrotado no pleito, Eduardo Araújo, já disse que vai acionar a Justiça após as denúncias feitas pelo repórter Fred Justo, do Esporte Espetacular. Michelle Ramalho se defende e diz desconhecer qualquer irregularidade citada.

– Tais alegações, completamente descabidas, são fruto de uma mesma causa, qual seja, a ira dos adversários com o novo rumo de honestidade, retidão, legalidade e combate às falcatruas que estamos impondo à frente da Federação desde o primeiro dia e o receio de que este novo tempo exclua para sempre essas pessoas desonestas do Futebol Paraibano – segue a nota.

Michelle também se referiu, na nota, a ex-funcionários que se tornaram denunciantes. Ela certamente se refere ao fato do ex-diretor de registro da Federação, Ademário Cavalcante, ter sugerido que alguns clubes e ligas estivessem irregulares no momento da eleição de setembro. Um deles seria o Diamante Esporte Clube. O time amador de João Pessoa só foi regularizado no sistema da CBF no dia 24 de outubro, ou seja, quase um mês depois das eleições na Federação. Ademário foi afastado da FPF na gestão do interventor João Bosco Luz.

Estamos em pleno processo de auditoria interna, apurando os desvios de conduta de uma série histórica que foram praticados por ex-gestores e ex-funcionários e certamente os denunciantes, os quais não sabemos quem são, já que não nos foi informado pela redação, podem está lançando suspeitas sobre a nossa gestão numa tentativa de desviar o foco (Michelle Ramalho)
Por fim, Michelle Ramalho traçou um paralelo dos dois meses à frente da FPF com os anos de seus antecessores e diz que recebe todas as críticas com naturalidade.

– Iniciamos o nosso mandato com um choque de gestão em todos os setores da Federação, fazendo uma auditoria profunda para corrigir todos os vícios que marcaram a administração do nosso futebol ao longo dos últimos anos. Em face disto, entendemos que as denúncias lançadas contra o nosso projeto, que recém se iniciou há pouco mais de 60 dias, devem ser recebidas com a maior naturalidade, pois foram feitas justamente pelas pessoas que foram afastadas da Federação e do futebol pelas más práticas e ilegalidades que eram comuns antes da nossa posse.

As denúncias de irregularidades na eleição da FPF devem ser encaminhadas ainda nesta semana para o Ministério Público.

Globo Esporte

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), vetou o projeto que previa multa a quem descartasse lixo em vias públicas na cidade, alegando que a decisão sobre o assunto não caberia aos vereadores, mas sim ao chefe do Executivo. O veto foi publicado no Semanário Oficial do Município.

Cartaxo destacou que, caso fosse aprovado, o Projeto de Lei (PL) geraria mais despesas para a Prefeitura Municipal de João Pessoa, no tocante aos órgãos de fiscalização, cabendo somente ao prefeito a iniciativa para um projeto como esse.

Projeto
O projeto tinha sido aprovado no dia 21 de novembro pelo Plenário da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP). O PL, apresentado pelo vereador Mangueira (MDB), previa multa de R$ 100 para quem jogasse lixo nos logradouros públicos de João Pessoa.

 

portal correio

Mais de 190 concursos públicos estão com inscrições abertas em todo o país, nesta quarta-feira (26). Ao todo, são oferecidas cerca de 19 mil vagas para cargos de todos os níveis de escolaridade.

Na região Nordeste do país, por exemplo, foram abertas 53 vagas para professores que devem atuar em cargos de nível superior na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A remuneração chega a R$ 10.058. As inscrições podem ser feitas até o dia 24 de janeiro de 2019.

Já no Centro-Oeste, a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás está com 80 vagas abertas para cargos com salários que chegam a R$ 29.114. Os níveis de escolaridade exigidos no certame são de ensino médio e superior. As inscrições podem ser feitas até esta quinta-feira (27), por meio do endereço eletrônico do Instituto Americano de Desenvolvimento, o IADES.

Na região Norte, os interessados têm até o dia 7 de janeiro de 2019 para fazer a inscrição e concorrer a 227 vagas para o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas. As vagas são para candidatos de nível fundamental, médio e superior. Os salários vão de R$ 957 a R$ 6.570.

No Sul do país, a Universidade Estadual do Oeste do Paraná disponibiliza 619 vagas para candidatos de nível médio e superior. As inscrições podem ser feitas até 4 de fevereiro do ano que vem. A remuneração oferecida chega a R$ 4.915. Os cargos vão de Técnico em Enfermagem a Neurocirurgia.

Já os interessados em atuar na região Sudeste têm até o próximo dia 28 para fazer a inscrição do concurso da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e concorrer as 167 vagas disponíveis para candidatos de nível médio. Os salários chegam a R$ 1.339. Para nível superior, o número de vagas é de 372 e as inscrições vão até 11 de janeiro de 2019. Nesse caso, a remuneração é de até R$ 4.538.

Esses foram alguns exemplos de concursos abertos por todo o país. Fique atento a outras oportunidades para áreas, localidades e salários de seu interesse.

 

Agência Rádio

A direção do Hemocentro da Paraíba, em João Pessoa, reforça o apelo para que as pessoas compareçam ao banco de sangue para manter o estoque da instituição.
O estoque segue com baixa em relação às demandas, principalmente para os tipos sanguíneos A+ e O+.

Conforme explica a Coordenadora de Ações Estratégicas do Hemocentro, Elaine Santana, a falta de sangue no período de transição de ano (dezembro e janeiro) é um problema nacional que se estende até o carnaval. “É importante que todos ajudem continuamente no trabalho de sensibilização da sociedade.

O trabalho educativo em prol da doação regular é a melhor maneira de tentar resolver esta questão em longo prazo, pois as ações pontuais são insuficientes” reforça a coordenadora.

“Convidamos a população para vir doar e ajudar a abastecer o banco de sangue. O Hemocentro é a única instituição responsável por fornecer sangue para a rede de saúde, por isso é necessário a presença dos doadores regularmente”, frisou a diretora-geral do Hemocentro da Paraíba, Luciana Vieira Gomes.

Em João Pessoa, o Hemocentro funciona de segunda a sexta, das 7 às 17h30, e aos sábados, das 7 às 17h.

Quem pode doar

Pessoas com idade de 16 a 69 anos de idade (jovens entre 16 e 17 anos precisam estar acompanhados de um responsável legal – pai ou mãe). É necessário apresentar um documento oficial com foto. O limite para a primeira doação é de 60 anos de idade e peso mínimo de 50 Kg. É importante estar se sentindo bem de saúde. Outros critérios serão avaliados na triagem clínica.

Assessoria

Estação da Mágica é um Espetáculo de Mágica e Ilusionismo que ocorre na cidade João Pessoa desde 2013. O evento acontece durante três dias consecutivos e além da participação de mágicos nacionais e internacionais ainda traz na sua dinâmica a estrutura de congresso, com oficinas, feira de produtos mágicos, palestras, competições e shows de gala. A edição anterior ocorreu no Centro Cultural de Mangabeira e levou uma multidão.

Pela primeira vez no palco da Estação da Mágica esteve presente o Mágico Bruno (PB) que é morador do bairro de Mangabeira, e que encantou a plateia com sua mágica cômica e interativa, para o ano de 2019 o Mágico Bruno é o primeiro artista confirmado para a 6ª Edição do evento e promete dar um show na arte do ilusionismo.

Nos próximos dias teremos o anúncio de outros artistas, nacionais e internacionais, a Estação da Mágica é um espetáculo elaborado e de criação de Odair Fernandes (Mágico Fernandes) e Fernando Lopes (Nando Lopez Mentalista) e que tem a direção musical e artística de Tiago Lopes.
Em 2019 a 6° Estação da Mágica ocorrerá no mês de março (com datas à confirmar). Então, se preparem que mais uma vez João Pessoa será a capital da mágica.

Cada pé de feijão, banana e maracujá na plantação da família Bernardo da Silva guarda um gesto de Orlando. A dedicação e as ideias do trabalhador rural se traduzem na fartura da plantação que cuidava. Ali, o vento sopra com a intensidade do litoral nordestino e faz as bananeiras sussurrarem. Falam por Orlando. “Parece que ele ainda vai chegar”, diz a sua mulher, Nilda. Em 8 de dezembro, José Bernardo da Silva, conhecido como Orlando, 46 anos, foi executado à queima roupa. Seis tiros. Ele era um dos dirigentes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na Paraíba e vivia no assentamento Zumbi dos Palmares, distante 1h30 da capital.

Outras três balas também foram disparadas contra Rodrigo Celestino, 38 anos, que fazia parte da coordenação do acampamento Dom José Maria Pires, localizado na zona rural de Alhandra, no litoral sul da Paraíba, onde o crime ocorreu. Os assassinatos foram como um relâmpago. Tudo durou três minutos. As execuções chegaram sem aviso ou ameaça. Pegaram todos de surpresa.

O porquê ninguém sabe ao certo. “Nessa altura não se pode ainda descartar nenhuma hipótese, tampouco afirmar que aconteceu um crime com motivação específica”, comenta a delegada Roberta Neiva, responsável pelas investigações na Polícia Civil da Paraíba.

Mas o irmão mais velho de Orlando, Osvaldo Bernardo da Silva, 47 anos, não hesita em apresentar sua tese. Para ele, trata-se de uma morte política “pela forma que ele foi executado. Ele estava tirando o privilégio de alguém e alguém estava incomodado com isso.”

Na tese de assassinato político, as suspeitas são muitas, por conta da ampla atuação de Orlando e Rodrigo. Rodrigo era técnico agrícola e trabalhava para ajudar a desenvolver projetos de agroecologia e proteção do meio ambiente no acampamento. Já Orlando, além da dedicação ao MST, também atuava em parceria com os irmãos que faziam parte do Movimento dos Atingidos por Barragens, o MAB, pois sua família perdeu tudo em 2002 por conta da construção da barragem de Acauã, no rio Paraíba, região agreste do Estado. Até hoje ninguém foi indenizado.

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“Parece que ele ainda vai chegar”, diz Nilda poucos dias após o assassinato do marido, Orlando; eles têm cinco filhos (Fotos: Joana Moncau)
São várias as suspeitas apuradas pela Repórter Brasil em conversas com trabalhadores rurais e moradores da região. Uma delas é que os mandantes poderiam ser empresários do ramo da construção civil local, incomodados com a tentativa de preservação dos barrancos de areia nas margens do rio que fica próximo ao acampamento. Alguns também comentam da possibilidade de ser retaliação dos donos da fazenda onde foi fundado o acampamento, na tentativa de expulsar os acampados dali. Outros desconfiam de que alguém dentro do próprio acampamento esteja envolvido. Não se descarta também a motivação de um recado político, para intimidar o MST diante do crescente discurso de criminalização do movimento.

Osvaldo também não exclui a hipótese de o crime contra seu irmão ter sido motivado por outra ocupação que eles lideraram na Paraíba, na fazenda Mascate, no município de Itatuba, em 2009. Em julho daquele ano, seu outro irmão, Odilon Bernardo da Silva, militante do MAB com então 33 anos, foi executado em uma emboscada em Aroeiras, cidade vizinha à fazenda improdutiva ocupada e região de origem da família Bernardo.

A fazenda Garapu
O acampamento Dom José Maria Pires, onde atuavam Rodrigo e Orlando, ocupa parte do terreno da Fazenda Garapu, da empresa Agrimex – uma das 47 empresas do grupo pernambucano João Santos, da Cimentos Nassau – onde a produção está parada, mas o bambuzal ainda domina a paisagem. Lá, os acampados tentam transformar a monocultura do bambu, utilizada principalmente na indústria da celulose, em culturas para alimentação e produção de cosméticos naturais, inclusive utilizando o óleo da essência do próprio bambu.

O acampamento do MST ali existe há 1 ano e cinco meses e tem hoje 354 famílias. De acordo com o Incra, o processo para regularização do assentamento e desapropriação dos cerca de 5.250 hectares foi iniciado em março de 2018. Está na fase de notificação dos proprietários para que em seguida ocorra a avaliação técnica do órgão.

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Acampamento Dom José Maria Pires, no sul da Paraíba, onde duas lideranças do MST foram assassinadas
A Agrimex com sede na Fazenda Garapu foi investigada pelo Ministério Público do Trabalho na Paraíba e notificada 97 vezes por auditores-fiscais do Ministério do Trabalho por infrações trabalhistas. Segundo João Lau, secretário de assalariados da Federação dos Trabalhadores na Agricultura da Paraíba, existiam 460 trabalhadores vinculados à fazenda – 382 foram demitidos nos últimos meses sem pagamento e sem ter recebido qualquer direito. Há ainda aqueles que trabalharam a vida toda na plantação e hoje não conseguem se aposentar.

O grupo João Santos foi condenado pela Justiça pernambucana e deve R$ 60,5 milhões em dívidas trabalhistas naquele estado. Segundo reportagem do Valor Econômico, o grupo está em crise e tem dívidas fiscais que superariam R$ 8 bilhões.

Criminalização inflamada
A Repórter Brasil tentou contatar um representante do Grupo João Santos através de seu escritório no Recife e a empresa Agrimex, no Maranhão, mas nenhum representante foi apontado para comentar o caso. O advogado da empresa informou que não poderia falar em nome da Fazenda Garapu. No telefone indicado da Agrimex, ninguém atende.

Não se descarta ainda que o mandante do crime seja um desconhecido inflamado pelo discurso do presidente eleito, Jair Bolsonaro, de criminalização do MST.

O contexto político nacional, após as eleições e a vitória do presidente Jair Bolsonaro (PSL), reverbera dentro e fora do acampamento. O discurso que classifica membros do MST como terroristas encontra eco no medo dos moradores do acampamento, que andam olhando por cima dos ombros. Entre eles há também eleitores de Bolsonaro em busca do direito à terra.

“Dentro desse contexto político de ascensão do autoritarismo, nos parece que esse tipo de ação [de criminalização de militantes] tem sido mais bem orquestrada”, explica Olímpio Rocha, advogado popular que integra o MST na Paraíba há dez anos. Ele se refere ao fato de que, além das mortes e ameaças, os trabalhadores rurais são cada vez mais alvo de processos judiciais que buscam criminalizá-los. Olímpio vê isso quase que diariamente: durante as reintegrações de posse, após a ocupação de terras improdutivas, algumas pessoas são identificadas e acusadas de furto, dano patrimonial ou incêndio e processadas sem provas.

“Tem um caso emblemático de um cidadão que foi acusado de porte ilegal de arma de fogo e testemunhas dizem que ele estava soltando fogos no dia de São José”.

A Paraíba e a política da bala
Independentemente da causa e dos possíveis responsáveis pelos assassinatos, as execuções trazem à tona a tradição de violência no campo da Paraíba. De 2009 a 2017, houve sete assassinatos de pessoas envolvidas na luta pela terra na Paraíba, segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT). A elas se somam as mortes de Orlando e Rodrigo, ocorridas em 2018. No Brasil todo, foram 71 assassinatos em 2017– um número que não havia sido tão alto desde 2003. A escalada da violência começou em 2014 de acordo com as estatísticas da CPT.

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Na Paraíba, há uma tradição de assassinatos violentos no campo, desde a década de 1960
Porém, na Paraíba, a violência no campo parece ser um padrão de décadas. Os assassinatos remontam às origens das Ligas Camponesas – movimento de luta pela reforma agrária nos anos 1960. João Pedro Teixeira, fundador da primeira Liga Camponesa da Paraíba, e Margarida Alves, sindicalista que lutava pelos direitos trabalhistas em sua terra, são nomes sempre lembrados no Estado. Como Rodrigo e Orlando, os dois também foram brutalmente executados. O documentário “Cabra Marcado pra Morrer”, de Eduardo Coutinho, conta a história de Teixeira.

Também em 2009, mesmo ano do assassinato de Odilon, outro caso de repercussão foi o assassinato do ex-vereador do Partido dos Trabalhadores em Pernambuco e advogado, Manoel Mattos. Ele denunciava a ação de grupos de extermínio que atuavam na divisa do sul da Paraíba com o norte de Pernambuco assassinando jovens, homossexuais, suspeitos de roubos e trabalhadores rurais. Foi morto em Pitimbú, no litoral sul da Paraíba – mesma região onde Orlando e Rodrigo foram executados.

As denúncias de Manoel Mattos levaram à instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara dos Deputados em Brasília (leia aqui o relatório final da CPI, apresentado em 2005), que apurou envolvimento de proprietários de terra, comerciantes, policiais, delegados, promotores, juízes e políticos eleitos.

Um dos nomes citados na CPI é o do atual vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior (MDB) – que mais recentemente ganhou os noticiáriospela suspeita da Polícia Federal de envolvimento no esquema de favorecimento à JBS durante o governo de Dilma Rousseff. Júnior era deputado estadual à época da CPI, natural de Pedras de Fogo, onde possui terras e iniciou a carreira política como prefeito. Teve três mandatos consecutivos como deputado federal e foi um dos aliados do ex-deputado Eduardo Cunha.

A repercussão do ódio
No programa policial Cidade em Ação na TV Arapuã, o apresentador Sikêra Júnior ironiza a atenção dada aos assassinatos das lideranças. Ricardo Coutinho (PSB), governador da Paraíba, esteve presente no enterro de Orlando, assim como a senadora e presidente do PT, Gleisi Hoffman. Ao noticiar a morte de um policial dentro de um restaurante em João Pessoa na mesma tarde em que se celebrou a missa de sétimo dia de Orlando da Silva e Rodrigo Celestino, o apresentador para em frente à imagem congelada do enterro do policial e questiona: “Você está vendo alguma vereadora?”.

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Ato em homenagem a Rodrigo e Orlando
Na página do MST no Instagram, no post que apresenta uma sequência de fotos do velório de Orlando, é possível ler comentários que celebram seu assassinato. “É pra matar mesmo”, diz um. “Morte ao MST seus putos”, diz outro.

O procurador José Godoy, do que atua desde 2015 no Ministério Público Federal na Paraíba, diz que a instituição está preocupada com esse discurso de ódio. “Esse é um discurso que já vinha rondando há muito tempo, foi um discurso muito utilizado no processo eleitoral e sempre nos deixa muito atentos”, pondera Godoy. “Temos um receio forte que agora exista um sentimento de que agora se pode.” Foi Godoy quem comunicou o crime às autoridades, como a procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Foi ele também quem acionou o governador.

Em meio à dor, os moradores e moradoras do acampamento Dom José Maria Pires, onde ocorreram os assassinatos, continuam sob tensão. O MST organizou um ato uma semana após as mortes de Rodrigo Celestino e Orlando Bernardo. Uma hora depois do ato encerrado, quando todos os visitantes já haviam ido, a reportagem almoçava e conversava com os moradores sobre os peixes da região, quando a notícia chega: um carro com quatro homens armados que se identificaram como policiais (um deles utilizava uma tornozeleira eletrônica) entrou no acampamento. Perguntaram pelo “cabeça” e saíram em seguida.

Diante dessa tensão latente, algumas pessoas já desistiram de continuar ali. Outras seguem. “Qualquer militante que tem compreensão política está correndo um risco. Enfrentamos grandes interesses”, sentencia Osvaldo Bernardo da Silva. “Ninguém vai se acovardar e morrer debaixo da cama. Vai ter mais cuidado daqui para frente”.

Suas palavras vão de encontro à frase dita por Margarida Maria Alves, que se lê pintada na parede do refeitório do acampamento Dom José Maria Pires, onde ocorreram os assassinatos: “Melhor morrer na luta que morrer de fome”.

Esta reportagem foi realizada com o apoio da DGB Bildungswerk

Repórter Brasil

Após avaliar 11 132 grávidas, cientistas de várias instituições, entre elas a Universidade de Genebra, na Suíça, viram que 36,3% das voluntárias perderam o controle alimentar nessa fase. Assim, ganharam uma média de 3,7 quilos a mais do que as mulheres sem o apetite exagerado.

Fora que tiveram déficit de nutrientes e deram à luz bebês mais pesados. “O pensamento de que a grávida precisa comer por dois não faz sentido”, avisa a nutricionista Eveline Duarte, do Rio de Janeiro.

Segundo ela, o ganho de peso excessivo prejudica a mãe e repercute negativamente na saúde da criança ao longo da vida, já que o funcionamento do organismo é moldado desde o útero.

Na pesquisa, não à toa os filhos das grávidas comilonas eram duas vezes mais propensos à obesidade aos 15 anos.

Os perigos do excesso de peso para a mãe
Déficit nutricional: Quando há descontrole à mesa, dificilmente a qualidade da dieta é boa.

Hipertensão: Gestantes obesas são mais suscetíveis à pré-eclâmpsia, a pressão alta na gravidez.

Trombose: A obesidade facilita a formação de trombos que atrapalham a circulação.

O bebê também sofre quando o ponteiro da balança dispara
Baixo peso ao nascer: Uma mãe com deficiência de nutrientes pode gerar uma criança franzina.

Peso muito elevado: Já o diabetes gestacional leva ao nascimento de bebês grandes.

Prematuridade: Filhos de mulheres obesas são mais vulneráveis ao nascimento prematuro.

Obesidade no futuro: A memória metabólica favorece o ganho de peso, elevando o risco de doenças.

Nove meses na rota certa
A ginecologista e obstetra Mariana Simões, de Campinas (SP), acha essencial o acompanhamento com nutricionista e o incentivo à prática de atividades físicas para driblar a comilança e o acúmulo de quilos extras na gestação.

Mas ela lembra que as grávidas não devem ir para o outro extremo. “Lutar contra o ganho normal de peso também traz prejuízos à saúde“, alerta.

saude.abril

Em seu último pronunciamento de Natal, o presidente Michel Temer agradeceu hoje (24) a todos os brasileiros, inclusive os que não o apoiaram. Também disse que não poupou esforços nem energia, destacou os avanços obtidos na sua gestão e as reformas negociadas. Ele desejou a todos um Feliz Natal e disse que deixa o governo “com a alma leve e a consciência do dever cumprido”. “Saio com a alma leve e a consciência do dever cumprido. De coração, de coração mesmo, o meu muito obrigado a todos vocês e uma feliz noite de Natal. Fiquem com Deus, fiquem em paz”, afirmou Temer, que no dia 1º de janeiro de 2019, ele entrega a faixa presidencial para Jair Bolsonaro, eleito em outubro deste ano. Temer disse ainda que “cabe ao tempo demonstrar” o que fez durante os dois anos e meio que esteve à frente do governo. O pronunciamento foi ao ar em cadeia nacional de rádio e televisão às 20h30 e durou aproximadamente três minutos. “[Quero] agradecer a todos os brasileiros. Indistintamente. Aos que me apoiaram e também aos que não me apoiaram. Porque democracia é isso. É poder pensar e provar que é possível fazer mais pelo Brasil e pela vida de todos, independentemente das dificuldades, das barreiras impostas”, disse. Segundo Temer, cada dificuldade enfrentada foi válida. “Valeu cada obstáculo vencido, cada momento vivido, cada conquista feita”, afirmou. “Podem estar certos de que não poupei esforços, nem energia e sei que entrego um Brasil muito melhor do que aquele que recebi. Ficam as reformas e os avanços, que já colocaram o nosso país em um novo tempo.” O presidente ressaltou que é desejo de todos ter um Brasil “cada vez mais próspero e cada vez mais fraterno, cada vez mais igual”. De acordo com ele, em meio a tantos desejos, é necessário agradecer a Deus. “[Quero] agradecer a Deus por ter me dado oportunidade, a honra de servir ao meu país. Agradecer por ele ter me dado serenidade para cumprir a missão que me foi designada. Agradecer por ele ter me permitido fazer valer a Ordem e Progresso estampado na nossa bandeira e que se tornou a marca da nossa gestão.” Temer também agradeceu à família e aos ministros. “Toda a minha equipe, homens e mulheres de valor, que estiveram em todos os momentos ao meu lado e sempre me ajudaram a dar a volta por cima.“ Veja a íntegra do pronunciamento: Boa noite a todos! Dentro de mais alguns dias, encerro o meu mandato como presidente do Brasil. Mas hoje não estou aqui para falar do que foi feito no meu Governo e de como foi feito. Isto cabe ao tempo demonstrar. Também não estou aqui para falar do que vivi e como vivi. E, sim, do que desejo para a vida de todos nós. Que é o de termos um Brasil cada vez mais próspero e cada vez mais fraterno, cada vez mais igual. E nesta noite tão especial, em que ao lado da família e dos amigos, renovamos a fé e a esperança em dias melhores, dias que, com certeza, virão, eu quero, acima de tudo, agradecer. Agradecer a Deus, por ter me dado oportunidade, a honra de servir ao meu país. Agradecer por ele ter me dado serenidade para cumprir a missão que me foi designada. Agradecer por ele ter me permitido fazer valer a Ordem e Progresso estampado na nossa bandeira e que se tornou a marca da nossa gestão. Agradecer a minha família, por ter me ajudado a vencer os desafios que se apresentaram pelo caminho. Agradecer aos meus ministros, a toda a minha equipe, homens e mulheres de valor, que estiveram em todos os momentos ao meu lado e sempre me ajudaram a dar a volta por cima. E, é claro, agradecer a todos os brasileiros. Indistintamente. Aos que me apoiaram e também aos que não me apoiaram. Porque democracia é isso. É poder pensar e provar que é possível fazer mais pelo Brasil e pela vida de todos, independentemente das dificuldades, das barreiras impostas. Aliás, foi o que me deu ainda mais força para seguir em frente. Valeu cada obstáculo vencido, cada momento vivido, cada conquista feita. E tenham certeza, gostaria de ter dado um Brasil ainda melhor a todos vocês. Mas, também podem estar certos de que não poupei esforços, nem energia e sei que entrego um Brasil muito melhor do que aquele que recebi. Ficam as reformas e os avanços, que já colocaram o nosso país em um novo tempo. Saio com a alma leve e a consciência do dever cumprido. De coração, de coração mesmo, o meu muito obrigado a todos vocês e uma feliz noite de Natal. Fiquem com Deus, fiquem em paz. Agência Brasil

O tradicional concerto de Natal deste ano contará com três apresentações. A partir das 18h desta terça (25), o público poderá ver duas orquestras formadas pelo projeto Ação Social pela Música do Brasil (ASMB). Em seguida, a Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa (OSMJP) assume o palco, tocando clássicos do repertório tradicional de diversos países. A apresentação, uma promoção da Prefeitura Municipal de João Pessoa, por meio da Fundação Cultural (Funjope), será realizada no Busto de Tamandaré, na praia do Cabo Branco, onde o palco já está montado.

A primeira orquestra a se apresentar é formada pelos integrantes do projeto social pela música dos bairros de Mangabeira e Gervásio Maia. Os músicos infanto-juvenis farão uma apresentação acompanhados dos percussionistas da Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa. O repertório da orquestra conta com valsas, músicas natalinas e regionais.

Segundo o maestro da orquestra, Samuel Espinoza, o concerto é um presente de natal da PMJP. “Juntando as duas orquestras são 200 crianças tocando com músicos profissionais. Isso é uma ação inédita aqui no Nordeste. Será um belo concerto que, tenho certeza, vai emocionar a todos que forem ao Busto de Tamandaré. Tenho certeza que todos receberão esse presente da PMJP com muito amor”, disse.

Tradição – Por volta das 19h, será a vez da tradicional apresentação da Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa. Sob a regência do maestro Gustavo de Paco, os músicos irão executar obras temáticas, sacramentadas em todo o mundo.

O repertório da orquestra será na seguinte ordem: Les Patineurs (E. Waldteufel), GesuBambino (Pietro Yvon) Yon, Hosanna do filme Rei dos Reis (MiklosRozsa) adap. Fernando Rangel, Jingle Bell Rock (Joe Beal/Jim Boothe), Paz pela Paz (Nando Cordel), Pompand Circumstance (E. Elgar), Concerto para Oboé em Do maior N 6 (Vivaldi), Noite Feliz (Franz Gruber), Cinema Paradiso (Ênio Morricone), IV. Chorale: Ein’ festeBurgistunserGott, Andante con moto – Allegro vivace – Allegro maestoso e Ave Maria (Schubert, Franz)

Serviço

Concerto de Natal

Atração: Orquestras do projeto Ação Social pela Música e Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa (SMJP)

Local: Busto de Tamandaré

Data: Terça-feira (25)

Horário: a partir das 18h

Evento gratuito

Secom JP

Durante todo o ano, fiscais da Secretaria de Meio Ambiente (Semam) da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) trabalham nas mais diversas áreas da cidade, atentos à preservação do patrimônio ambiental. As equipes de fiscalização são formadas por profissionais como geógrafos, biólogos, engenheiros ambientais, entre outros, que têm conhecimento da legislação ambiental e trabalham sempre tendo como princípio as ações de educação ambiental. Nas abordagens, os fiscais levam informação sobre as leis, orientando infratores para que respeitem a legislação.

A Divisão de Fiscalização (Difi) da Semam é subordinada à Diretoria de Controle Ambiental (DCA) e conta, diariamente, com duas equipes de trabalho, que atuam das 8h à 00h, de domingo à quinta, e nas sextas e sábados, das 8h às 2h da manhã.

Até novembro deste ano, a Semam recebeu, por meio do Disque Denúncia, 3.236 denúncias de crimes ambientais, sendo 1.873 denúncias de poluição sonora, 257 de poluição atmosférica, 155 de esgoto, 128 de águas servidas (águas de pias de cozinhas e de lavanderias, despejadas a céu aberto) e ainda 823 outras denúncias, que incluem maus tratos a animais, propaganda irregular, corte de árvores, entre outras denúncias.

Novas tecnologias – Para mapear áreas verdes e de nascentes de rios, checar denúncias de crimes ambientais em locais de difícil acesso, mapear áreas degradadas, entre outras ações, os fiscais da Semam fizeram um treinamento e estão utilizando um drone. O equipamento produz imagens em alta resolução e tem um alcance de treze quilômetros.

Para o secretário de Meio Ambiente, Abelardo Jurema Neto, “a ação de fiscalização é imprescindível para a preservação e recuperação do patrimônio ambiental de João Pessoa. Nossos fiscais estão atentos à legislação e atuam, antes de mais nada, como educadores ambientais. Essa ação de dialogar e sensibilizar a população para a preservação do meio ambiente anda paralela às ações de notificação e autuação. Para nós é importante atuar como agente fiscal, mas sem perder o viés educativo”, concluiu.

João Pessoa Carbono Zero – Todo o trabalho de fiscalização está vinculado às ações do programa João Pessoa Carbono Zero. Lançado em abril de 2017 pela Semam, o programa contém o planejamento da política ambiental da cidade, com foco na redução das emissões de dióxido de carbono.

As ações têm um caráter prático, como as atividades de recuperação ambiental das nascentes dos rios, plantio e distribuição de mudas de árvores nativas e ainda o reordenamento dos estabelecimentos comerciais da orla da cidade, para que se adequem às leis ambientais, durante o licenciamento, bem como todas as ações de fiscalização.

Secom JP

O desejo de Neymar é retornar ao Barcelona, de acordo com o jornal AS, da Espanha. O camisa 10 da Seleção Brasileira teria contatos constantes com o clube catalão e gostaria de jogar na sua primeira equipe na Europa, no entanto ele sabe que não pode entrar em confronto com o Paris Saint-Germain.

O jogador de 26 anos sabe que, se entrar em confronto com o time parisiense, irá piorar a sua situação, já que isso aconteceu com outros atletas que optaram por tomar esse caminho no passado.

Na França desde o meio de 2017, Neymar tem um contrato que não prevê uma cláusula de saída na próxima temporada. No entanto, o preço para ele ser vendido sem ter que precisar negociar com o PSG em 2020 é de 160 milhões de euros (R$ 710 milhões). Um dos fatores que podem ajudar o atleta brasileiro é o Fair Play Financeiro, que está fazendo o time francês ser investigado pela Uefa.

O Paris Saint-Germain desembolsou cerca de 220 milhões de euros (quase um bilhão de reais) para tirar Neymar do Barcelona e torná-lo o astro de sua equipe. Em uma temporada e meia, ele balançou as redes 44 vezes em 49 jogos e conquistou o Campeonato Europeu.

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