Tomar Aladdin como uma obra isolada é uma tarefa muito complicada. Despir-se de tudo que se sabe e tentar esquecer tudo o que os personagens representaram durante estes 17 anos desde o lançamento da animação original da Disney é quase impossível. As comparações são inevitáveis. Talvez por isso o longa com atores deste ano de 2019 tente se distinguir em pontos importantes e consiga se sobressair ao esperado.

Guy Ritchie tem uma filmografia extensa, mas não soava como o diretor ideal para conduzir um projeto desta magnitude. Mas sua competência é perceptível em tela ao transformar o filme em um musical muito inspirado no que se tem de referência da cultura do oriente médio, em união com o imaginário de Bollywood.

Utilizar as marcantes músicas originais ajuda, com certeza, mas a cadência encontrada faz com que a trama seja ainda melhor aproveitada entre uma canção e outra.

Falando em utilização da trilha sonora da animação, uma das principais, “nunca teve um amigo assim” (Never had a friend like me, no original), interpretada por Robin Williams, como gênio da lâmpada, retorna com algumas mudanças pontuais. E já entramos no assunto, o gênio azul de Will Smith, apesar de incomodar menos com seu visual no longa se comparado às fotos de divulgação, ainda é problemático. Tanto que os próprios produtores sabem e o evitam a todo custo no decorrer da projeção, mantendo a forma humana em tela o máximo possível.

Smith sabe, também, que a comparação inevitável e injusta com o trabalho brilhante de Robin Williams no original apenas o prejudicaria. Por isso, as opções tanto de roteiro quanto do próprio Will para o seu personagem cumpra a mesma função da animação de 92, mas tenha vida e história próprias, sem deixar de transparecer e demonstrar os talentos de quem o interpreta.

Se Williams abusava das imitações e da sua agilidade na comédia, Smith puxa seu lado rapper e espertalhão para causar risos na plateia, mantendo o carisma esperado deu um personagem tão icônico, mas deixando sua marca única, diferente — intencionalmente — daquela que criou raízes durante tantas infâncias mundo afora.

Outra personagem que ganha maior profundidade é Jasmin. Em um momento de empoderamento feminino e de questionamento de ideias antiquadas, a já forte filha do sultão ganha ainda mais potência para reclamar seus direitos e ter sua voz realmente ouvida. Além do mais, o próprio relacionamento dela com o protagonista se torna mais verossímil, já que existe mais tempo para que ele se desenvolva.

Este tom mais realista toma conta de toda a projeção, tornando alguns elementos infantis que traziam graça e leveza à animação mais calcados no mundo real, como um sultão mais imponente e que aparente de fato entender as mazelas de se governar.

Mas este pé no realismo não tira o encanto das grandiosas sequências e da magias criadas pelo gênio ou do suntuoso palácio, que se impõe sobre a cidade e tem uma arquitetura linda, com fontes, terraços e quartos gigantescos.

Apesar disto, design de produção mescla momentos de brilhantismo, com iminentes acertos nos cenários, à locações vergonhosas e dignas de produções de baixo orçamento. O esperado contraponto entre a moradia da realeza e a vida comum dos plebeus aparece, mas na hora de retratar as ruas de Agrabbah, apesar de expor a diversidade de cores esperadas, algumas locações são tão estranhas que tiram o espectador de sua imersão.

Com tramas mais elaboradas para todos os personagens, até o vilão Jafar ganha mais tempo para que sua história de vingança tenha maior propósito e suas decisões, apesar de diferentes, mantenham a caracteristica do personagem.

Já o protagonista Aladdin ganha, e muito, com a interpretação de Mena Massoud. Ele toma inspiração nas dezenas de expressões que os animadores meticulosamente colocaram em 1992 e as expressa de maneira real durante a projeção, as encaixando em meio a diálogos e cenas de reflexão. A interação com seu macaquinho Abu e com o restante do elenco é muito boa e natural e, apesar de alguns momentos de pouca inspiração, é possível ver o bom ladrão que habita o personagem do início ao fim, com atitudes nobres que somente um diamante bruto tomariam.

Novamente, a releitura de clássicos com a tecnologia atual gera o questionamento de qual a necessidade da existência de um ‘remake’ tão próximo ao lançamento do original, já que a história a ser contada é a mesma. Aladdin se sai melhor do que a grande maioria destas novas adaptações e segue o modelo de Dumbo, ao se basear na animação, mas tomar decisões próprias pelo bem de uma história bem contada, com personagens interessantes e conflitos verdadeiros. Com alguns escorregões perceptíveis e momentos de certo constrangimento pelo que se passa em tela, Aladdin é um bom novo retrato para audiências apaixonadas ou que ainda não conhecem a história das “noites da Arábia”.

r7

Ricardo Goulart não joga mais pelo Palmeiras. Segundo informações do Verdão, o Guangzhou Evergrande solicitou o retorno do jogador à China e ofereceu a renovação de contrato por mais cinco temporadas – o vínculo atual vai até o fim de 2020.

A direção alviverde assegura o Palmeiras será ressarcido pelos chineses por conta do rompimento do vínculo com Goulart. Além disso, o clube calcula que vai “economizar” cerca de R$ 14 milhões referentes aos salários do jogador. Ele estava emprestado até dezembro de 2019.

O rompimento de Ricardo Goulart com o Palmeiras ocorre durante o período de recuperação do jogador após ser submetido a uma cirurgia no joelho direito.

O meia-atacante sofreu a lesão na estreia no Campeonato Brasileiro, contra o Fortaleza, dia 29 de abril, na arena, e ficaria dois meses afastado, de acordo com o departamento médico do Verdão.
Na última terça-feira, o corpo clínico do Palmeiras avaliou como positiva a recuperação física do jogador. Apesar de ter sido extensa a parte retirada do menisco (que funciona como um amortecedor do joelho), o Verdão entende que a cirurgia não comprometerá o desempenho ou a longevidade da carreira de Ricardo Goulart.

Principal contratação do clube para 2019, Ricardo Goulart realizou 12 partidas pelo Palmeiras e marcou quatro gols.

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O Hospital de Trauma de Campina Grande, em ação conjunta com o Hospital de Trauma de João Pessoa, lança, na próxima terça-feira (28), a campanha para prevenir queimaduras nas festas juninas. Os dois hospitais integram a rede hospitalar do Governo Estado e são referência no tratamento de queimados. O lançamento será realizado às 10h, no Colégio Rosa Mística, no bairro do Quarenta, em Campina Grande.

Na oportunidade, acontecerá à apresentação da peça “Marquinhas de Dodói” do grupo de Fantoche do Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena.
A 16ª Campanha de Prevenção de Queimaduras do Trauma de Campina Grande tem como tema “Quem brinca com fogo pode se queimar”. Já a do Trauma JP chega ao 17º ano com o slogan ‘Marcas que Ficam Para Sempre’.

Para alertar a população, uma equipe multidisciplinar da Unidade de Tratamento de Queimados (UTQ) vai esclarecer dúvidas sobre a prevenção e socorros de queimaduras e distribuir materiais informativos. A mobilização vai acontecer até o fim do mês de junho.
Segundo a diretora geral do Trauma CG, Ingrid Ramalho, a campanha tem o objetivo de alertar sobre as principais causas de queimaduras, sensibilizar para a prevenção e informar a comunidade sobre como agir em casos de queimaduras.

De acordo com a cirurgiã plástica Isis Lacerda, da UTC do Trauma de Campina Grande, em época junina os acidentes com fogos e fogueiras são responsáveis por cerca de um terço dos atendimentos na Unidade de Queimados. A maior quantidade de queimaduras acontece nos dias 12, 23 e 28 de junho, respectivamente, vésperas dos dias de Santo Antônio, São João e São Pedro, quando o nordestino mantém a tradição de acender fogueiras e fogos de artifício.

Secom-PB

O governador João Azevêdo vai responder a perguntas que internautas deixam nos comentários do Instagram e Facebook e na caixa de mensagens dessas redes sociais. A ‘live’ com perguntas e respostas através da interação do gestor com o público foi agendada para a noite desta quinta-feira (23).

A transmissão ao vivo está marcada para começar às 19h. As redes sociais oficiais de João Azevêdo são nomeadas como João Azevêdo Lins.

click pb

m caminhão carregado com material de construção capotou quatro vezes no fim da manhã desta quinta-feira (23), na Av. Hilton Souto Maior, no bairro do José Américo, em João Pessoa.

O motorista ficou ferido. Ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado para o Hospital de Trauma.

De acordo com o relato de outros motoristas no local, o caminhão capotou quando o motorista tentou desviar de um motociclista e perdeu o controle após atingir o meio-fio. O motociclista não foi localizado.

Agentes da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (SEMOB-JP) estiveram no local para coordenar o trânsito.

click pb

O celular Android requer alguns cuidados importantes para garantir segurança e funcionamento pleno. Presente em 85,9% dos smartphones no mundo segundo levantamento da IDC, o sistema operacional do Google dá liberdade para o usuário baixar apps de qualquer lugar, expandir o armazenamento e até explorar pastas internas do dispositivo. No entanto, é preciso ter precaução ao aproveitar essa flexibilidade. Veja, a seguir, sete coisas que você não deve fazer no telefone para evitar problemas.

1. Apagar pastas importantes
Ao navegar no gerenciador de arquivos do celular, é importante ter cuidado para não apagar pastas de aplicativos e do sistema. O sistema operacional está protegido contra esse tipo de interferência se você não fez root no smartphone, mas alguns diretórios de aplicativos podem ser modificados pelo usuário e, com isso, prejudicar seu funcionamento. A menos que saiba muito bem o que está fazendo, não exclua nada que esteja fora da pasta Download, Documentos e de fotos (DCIM).

2. Baixar apps de fora da Google Play
Baixar aplicativos fora da Google Play pode comprometer seriamente a segurança do celular. Apps com APK disponibilizado em lojas alternativas podem conter modificações para camuflar vírus e outros códigos maliciosos perigosos, abrindo caminho para hackers roubarem dados pessoais, por exemplo. Além disso, apps que não passam no crivo do Google podem não funcionar corretamente, prejudicando o desempenho do smartphone no dia a dia. Em todo caso, prefira sempre fazer download na Play Store.

3. Ficar sem antivírus
Se você não se sente seguro para avaliar possíveis tentativas de golpe na internet, um bom antivírus para Android pode ajudar. Antivírus não costumam ter muita utilidade para usuários que tomam cuidado para não baixar apps perigosos ou clicar em links suspeitos. No entanto, os mais desatentos podem precisar lançar mão de um aplicativo de segurança para melhorar a proteção. Apps antivírus, vale lembrar, não só bloqueiam malware baixado no celular, mas também alertam sobre potencial ataque de phishing via SMS e e-mail.

4. Ignorar atualizações de software
Não ignore a notificação que avisa quando uma nova versão do software está disponível: assim que o alerta surgir na tela, conecte no Wi-Fi, ligue o aparelho no carregador e execute o procedimento o quanto antes. Além de novas funções, atualizações do Android trazem melhorias importantes de segurança que devem ser implementadas no sistema o mais rápido possível, diminuindo as chances de seu celular ser alvo de ataques de hackers que buscam explorar vulnerabilidade conhecidas.

5. Deixar apps desatualizados
Atualizações de aplicativos também costumam trazer correções de bugs de segurança e, por isso, não devem ser ignoradas. É importante ter atenção principalmente com apps bancários e outros que lidam com informações financeiras, já uma vulnerabilidade nesse tipo de programa pode significar perda de informações sensíveis. No entanto, em alguns casos, até apps aparentemente inofensivos como o WhatsApp podem ter falhas sérias. Por via das dúvidas, deixe o Google Play configurado para atualizar tudo automaticamente sempre que o celular estiver no Wi-Fi e conectado a uma fonte de energia.

6. Limpar memória com frequência
Aplicativos disponíveis no Google Play que prometem melhorar o desempenho do celular podem mais atrapalhar do que ajudar se não forem usados com parcimônia. Esses apps geralmente trabalham com limpeza de memória, um artifício que pode dar a impressão imediata de aumento de velocidade, mas, na prática, tende a prejudicar o sistema. Com memória sempre limpa, o celular tem mais trabalho para carregar o Facebook e demais apps usados frequentemente, aumentando o consumo de energia e outros recursos do aparelho. A recomendação, é somente lançar mão de limpadores em último caso.

7. Usar cartão microSD de baixa qualidade
Vários celulares Android permitem expandir a memória com cartão microSD, mas o acessório pode trazer prejuízo se não tiver as especificações ideais. Cartões de memória de baixo custo podem reduzir drasticamente a velocidade de operação do smartphone e até corromper dados, apagando fotos e vídeos importantes armazenados ali. A dica é usar cartões novos de pelo menos Classe 10, que entregam boa performance para a maioria dos telefones. Quanto mais potente for o celular, melhor deverá ser o acessório: se você tem um Galaxy S10 ou outro equivalente, opte por microSD de classe UHS 1 ou UHS 3.

techtudo

Núcleo de Teatro Universitário (NTU) realiza o II Festival de Monólogos Femininos Mulheres de Maio

Depoimentos comoventes, dramáticos e surpreendentes revelados em rodas de conversas com mulheres são levados ao palco, festival promovido pelo Núcleo de Teatro Universitário da Universidade Federal da Paraíba (NTU/UFPB)  nos dias 22 a 25 de maio no Teatro Lima Penante sempre às 19h30, com ingressos a R$ 10(inteira) e R$5(meia entrada).

O II Festival de Monólogos Femininos – Mulheres de Maio homenageará as atrizes paraibanas Eleonora Montenegro e Ingrid Trigueiro que de acordo com Edilson Alves diretor do NTU tem objetivo de promover o festival é trazer para a pauta das artes a importância da presença das mulheres. “Queremos mostrar o protagonismo feminino na produção artística. Foram escolhidos cinco monólogos que retratam isso”, explica.

PROGRAMAÇÃO

22/05 – Quarta-feira – Maria’s – Cia Ôxente
Atriz: Mônica Macêdo
Direção: Antônio Deol

Sinopse: Maria e Marias, somos tantas, somos uma, somos todas, tão singulares e plurais ao mesmo tempo. A encenação Maria’s se dispõe a bordar e abordar um episódio final da vida da personagem Maria Stuart. Com ela e através dela refletimos situações vividas e vivenciadas por diversas mulheres. Trazemos um período remoto em possíveis diálogos com a contemporaneidade; defendemos a libertação desse ser mulher – a libertação desse ser Maria.

23/05 – Quinta-feira – “Elas em mim” – Grupo Gota

Atriz: Mayara Santos
Direção: Flávio Ramos

Sinopse: Diante de sua ancestralidade, inicia-se uma busca pelo entendimento real das desigualdades e sofrimentos que ocorrem com as negras e negros no Brasil, Elas em mim traz para o palco uma coletânea de textos que propõem refletir o nosso dia a dia. Preconceitos disfarçados, piadas, padrões de beleza que aprisionam, desconsideram a negritude e o belo de sua cultura, a ancestralidade compõe o empoderamento corporal e sonoro.

24/05 – Sexta-feira – “Devaneio” – Braúnas Produções Culturais
Atriz: Eulina Barbosa
Direção: José Maciel

Sinopse: O espetáculo trata-se de memórias da infância e o encontro com os tios que povoaram aquele período da vida da atriz. Um mergulho dentro de si mesmo a personagem caminha na busca da origem e sua identidade.

25/05 – Sábado – “Francisco me ama”– Maria Betânia
Atriz: Maria Betânia
Direção: Everaldo Vasconcelos

Sinopse: O espetáculo conta a história da violência doméstica através da personagem Margarida, que sofre todos os tipos de agressões – físicas, verbais e psicológicas – cometidas pelo seu esposo Francisco. Quantas Margaridas terão que morrer para que a violência seja abolida?

– “Decorpo”– Coletivo Despudorado
Atriz: Bruna Martins
Direção: Coletivo Despudorado

Sinopse: DeCorpo resgata a exposição das maranhas ancestrais que percorrem o corpo feminino. Dos fios que cercam de chagas nativas e genéticas a vivência da pele negra. Narra em movimentos o grito do pulso, da pausa, da prosa, da carne, da víscera, da dor e da beleza da mulher preta. Do que circula sanguineamente nas veias pulsantes desse EU-história que alimenta e compõe o mundo.

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) participou, nesta quarta-feira (22), da audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa (ALPB) para debater o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2020. Na ocasião, o procurador-geral de Justiça, Francisco Seráphico, expôs as dificuldades enfrentadas pela instituição ministerial e apresentou uma proposta para que haja recomposição orçamentária. O prazo para os deputados apresentarem emendas à LDO vai até a próxima segunda-feira (27). A matéria deverá ser votada em plenário até junho.

A audiência foi promovida pela Comissão de Acompanhamento e Controle da Execução Orçamentária no plenário da ALPB. Os trabalhos foram abertos pelo presidente da comissão, o deputado Wilson Filho. Além do chefe do MPPB, participaram representantes do Tribunal de Justiça da Paraíba, Tribunal de Contas e Defensoria Pública do Estado, da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), de entidades, associações, sindicatos e outras instituições representativas, que têm interesse na construção da proposta orçamentária, além do secretário de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, Gilmar Martins de Carvalho.

O procurador-geral de Justiça destacou que o orçamento do MPPB está congelado há mais de três anos e que isso tem gerado grandes dificuldades. Ele informou também que a proposta orçamentária para 2020, apresentada pelo Governo do Estado, foi o orçamento 2019 suplementado, mais o IPCA do período de julho de 2018 a julho de 2019. “Viemos expor a necessidade de um parâmetro de correção do orçamento do MPPB e propor a correção de, pelo menos, dois IPCAs (referentes aos índices da inflação acumulada entre julho de 2017 a junho de 2019), para minimizar a perda que sofremos ao longo dos anos. Isso é fundamental para que possamos, dentro de nossa instituição, manter o funcionamento regular com a nomeação de membros, a continuidade de nomeação de servidores, a melhoria das estruturas para atender de forma mais qualificada a sociedade”, argumentou.

Seráphico agradeceu a oportunidade dada pela ALPB e avaliou positivamente a audiência pública. “A audiência foi muito proveitosa, com a participação de todos os poderes e instituições para que pudéssemos debater de forma transparente esse cenário orçamentário. Esperamos que o poder legislativo, nesse debate que vai haver entre os deputados, possa atender a essa demanda institucional. Acredito também que a gente vai chegar a um denominador comum, inclusive, com o próprio Estado, que tem dialogado com as instituições na Comissão Interpoderes, e esperamos chegar e alcançar esse consenso para a aprovação da LDO”, falou.

A LDO

A LDO é o instrumento utilizado pelo poder executivo para estabelecer metas e prioridades em suas principais diretrizes da administração pública, em relação aos programas que o governo pretende executar no exercício seguinte, principalmente para a elaboração do orçamento. Ela antecede e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA).
Conforme informou a ALPB, o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias para a elaboração do orçamento de 2020, encaminhado pelo Executivo para a Assembleia Legislativa, prevê uma despesa corrente de R$ 11,2 bilhões.
A audiência pública realizada nesta quarta-feira é uma exigência legal. Após a apresentação das emendas parlamentares que devem ser feitas até segunda-feira (27), será aberto o prazo para apreciação do parecer definitivo da LDO, que compreenderá o período de 28 de maio a 17 de junho. A votação da matéria em plenário deve acontecer até o dia 19 de junho.

Assessoria

O Fortaleza recebe o Botafogo-PB nesta quinta-feira (23), às 21h30, pelo primeiro jogo da final da Copa do Nordeste, na Arena Castelão com transmissão ao vivo da tv tambaú canal 5.

As duas equipes, inclusive, já se enfrentaram nesta edição da competição regional, na primeira fase, em João Pessoa. O confronto terminou com a vitória botafoguense pelo placar de 1 a 0, gol marcado pelo atacante Paulo Renê.

O Botafogo-PB chegou pela primeira vez à final da Copa do Nordeste ao eliminar o Náutico na semifinal, com um placar de 2 a 1, no Almeidão. Já o Fortaleza garantiu seu passaporte, também inédito, para a decisão do Nordestão ao eliminar o Santa Cruz, na Arena Castelão.

O Fortaleza é dono da segunda melhor campanha do regional. O time balançou as redes adversárias em 17 oportunidades e tem um dos artilheiros da competição: o atacante Júnior Santos marcou oito gols, dividindo o topo com Gilberto, do já eliminado Bahia. São cinco vitórias, três empates e apenas uma derrota (para o Botafogo-PB).

Com 10 jogos disputados no Nordestão, o Belo soma sete vitórias, três empates. Ainda não perdeu na competição. Além disso, tem 15 gols marcados, e apenas cinco sofridos. Para o confronto com o Fortaleza, o time vem com desfalques pontuais.

A partida da volta, que vai apontar o campeão da competição regional, ocorre no dia 29, no Estádio Almeidão, em João Pessoa.

Fortaleza – Técnico: Rogério Ceni
Para a partida, Ceni tem como desfalques os atletas que já participaram da competição por outras equipes (Kieza e Juninho). A mudança certa é no gol: sai Felipe Alves para entrada de Boeck. O artilheiro da competição, Júnior Santos, também não estará em campo, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.

O time de Rogério Ceni vive um bom momento no futebol e agora sonha com mais uma conquista. Herói dos acessos tricolores às Séries B e A do futebol brasileiro, Marcelo Boeck espera mais um título na galeria de taças para dar sequência na grande fase do clube: atual campeão nacional e cearense.

– Todos do Fortaleza lutamos para chegar nesse momento. No ano passado, não participamos por culpa nossa e, esse ano, voltamos e chegamos na final da Copa do Nordeste. Seria um presente muito bonito (o título) não só para o clube, mas para mostrar que não foi só o centenário que nos trouxe títulos, mas o pós-Centenário também. Que a gente possa conquistar mais títulos inéditos e trazer esse troféu para dentro do Pici, que é onde ele deve estar – analisou.

Desfalques: Kieza, Juninho, Tião, Matheus Inácio, Diego Tavares, Ederson e Júnior Santos (suspenso).

Botafogo-PB – Técnico: Evaristo Piza
O Botafogo-PB tem dois desfalques certos para a primeira e inédita participação na final da Copa Nordeste: o volante Rogério e o meia Marcos Aurélio, suspensos pelo terceiro cartão amarelo, estão de fora. Marcos Aurélio além de suspenso, está lesionado, com um estiramento na coxa de grau 1.

Wellington Cézar vai ser o substituto de Rogério, fazendo a função de primeiro homem – de marcação – do meio de campo. No lugar de Marcos Aurélio, Piza tem dúvidas entre Enercino, que é meia de origem, e Dico, que é atacante de velocidade. Dico, inclusive, já marcou em sete oportunidades nesta temporada e tem sido titular na maioria dos jogos, ao longo das competições em que o Belo tem participado em 2019

No último jogo, Marcos Vinicius – que é titular – e Charles não jogaram. Os dois foram acometidos por uma virose de última hora, já em Natal, antes da vitória contra o ABC, e ficaram no banco de reservas. Charles jogaria no lugar de Fábio Alves, lateral-esquerdo titular, que volta a jogar após ficar fora de combate no fim de semana. Por sua vez, Marcos Vinicius deve voltar a pintar entre os titulares no primeiro duelo da final, na noite desta quinta-feira.

Desfalques: Rogério e Marcos Aurélio (suspensos pelo terceiro cartão amarelo)

Pendurados: Fábio Alves e Nando

Botafogo-PB provável com Dico — Foto: Reprodução

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Termina nesta quinta-feira (23) o prazo para pagar a taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019. O valor é R$ 85 e pode ser pago em agências bancárias, casas lotéricas e Correios. A inscrição só é confirmada após o pagamento.

As inscrições para o Enem foram encerradas na última sexta-feira (17), com 6.384.957 inscritos. O total de participantes confirmados será divulgado no dia 28 deste mês.

Quem teve direito à isenção do pagamento da taxa e concluiu a inscrição no prazo tem participação garantida.

As provas serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro.

Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem, por exemplo, para se inscrever em programas de acesso à educação superior como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) ou de financiamento estudantil (Fies).

portal correio

A Paraíba já notificou 404 pacientes com sintomas de esporotricose, desde o ano passado. A doença é contagiosa e acredita-se que ainda haja subnotificação. Um grupo de trabalho foi criado no âmbito do Ministério Público da Paraíba para acompanhar as ações de enfrentamento ao surto epidêmico de esporotricose no Estado.

Ontem, uma reunião coordenada pela 49ª promotora de Justiça de João Pessoa, Jovana Maria Silva Tabosa, e representantes das secretarias de Saúde do Município e do Estado, do Hospital Universitário Lauro Wanderley, do Conselho Regional de Medicina Veterinária, além de pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba, da Fiocruz e do Ministério Público Federal, definiu que serão reforçadas as ações de divulgação de informações, o trabalho de prevenção e combate à esporotricose.

Cada órgão, como secretarias de saúde e Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), que atende casos de esporotricose humana no Estado, deve cumprir as ações sob sua responsabilidade no enfrentamento à doença. Também é importante a interlocução dos órgãos com os profissionais de saúde e com a sociedade para esclarecer sobre a doença, que, mesmo sendo nova, já é tratada como epidemia, sendo sua notificação compulsória, no Estado.

Representantes do hospital e da Secretaria de Saúde de João Pessoa informaram que tem havido entraves no Ministério da Saúde para dispensação do Itraconazol (medicamento usado para tratar humanos) e apresentaram um fluxo de atendimento e tratamento de pacientes, como também para obter a medicação junto ao MS e proceder a formalização da notificação dos casos. Foi criada uma ficha específica para notificação e o serviço de saúde se comprometeu em informar os dados pelo sistema FormSUS, nos próximos dias.

Subnotificação – A gerente executiva de Vigilância e Saúde, Talita Tavares, explicou que o agravo passou a ser de notificação compulsória em 2018 e que, desde agosto do mesmo ano, os profissionais de saúde devem notificar o caso preenchendo a Ficha de Notificação / Investigação disponível online pelo FormSus. “Temos um agravo novo, que precisa ser melhor trabalhado. Não temos os dados de 2018 e nem as análises em sistema, pois os formulários não foram preenchidos. É oficial que temos um FormSus vigente, com solicitação de dados necessários para que o Estado possa ter a magnitude do agravo e assim um fluxo de informações. Se a notificação não chega, não temos como dar suporte aos municípios”, pontuou.

O coordenador do Núcleo de Vigilância Epidemiológica do Hospital Universitário Lauro Wnaderley, Clodoaldo Silveira Costa, contou que a recuperação das informações referentes a 2018 já foi feita e que agora o núcleo está trabalhando na alimentação do sistema. “Precisávamos de um tempo para fazer isso. Agora podemos passar para o passo seguinte e cumprir essa recomendação do Ministério Público”.

Cuidados com os animais

O grupo de trabalho e acompanhamento da esporotricose destacou, ainda, a importância do envolvimento da sociedade no enfrentamento da doença em animais e no meio ambiente.

A transmissão da doença ocorre de animais para o homem ou do meio ambiente para o homem. Mas o animal, principalmente o gato, é tão vítima quanto o humano, porque o fungo está no meio ambiente.

A médica veterinária, Suely Ruth Silva, informou que nem todo animal doente que arranha ou morde uma pessoa, necessariamente, passa a doença para ela. Ela lembrou que os felinos têm uma deficiência imunologia e hábitos que fazem com que estejam mais vulneráveis ao fungo (esporos). Ela também explicou que não há transmissão entre humanos, que pegam a doença por meio de uma porta de entrada às vezes microscópica (furada, arranhão) em contato com o fungo presente em lesões de animais ou no meio ambiente.

Eutanásia, esterilização e incineração

De acordo com o Conselho Regional de Medicina Veterinária, todos os profissionais inscritos no CRMV foram informados sobre a necessidade de que seja feita a esterilização de todos os animais doentes, bem como a incineração dos bichos mortos com suspeita da doença. As carcaças, de maneira alguma, podem ser enterradas (como alguns donos de animais estão fazendo), para que não haja a proliferação dos fungos.

O Centro de Zoonoses de João Pessoa está realizando a esterilização de animais, como uma medida para evitar o aumento da população e o abandono. Nos casos de animais doentes sem condição de tratamento, é feita a eutanásia e a incineração das carcaças.

ClickPB